Coronel Marinho cobra punição a brigões de Corinthians e São Paulo
Diretor de segurança da Federação Paulista de Futebol diz que a entidade está fazendo sua parte para identificar os envolvidos
Fonte Estadão
23 de Janeiro de 2015
Jogo entre São Paulo e Corinthians pela Copinha teve confusão
A briga entre torcedores de Corinthians e São Paulo, nos arredores do Estádio Major José Levy Sobrinho, em Limeira, na semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior, quinta-feira à noite, não pode sair impune. Pelo menos é o que cobra o diretor de segurança e prevenção da Federação Paulista de Futebol (FPF), o coronel Marcos Marinho.
Em entrevista ao SporTV, Marinho afirmou que a entidade está fazendo sua parte para identificar os envolvidos, mas não deixou de cobrar a aplicação das leis vigentes. "Depende muito da outra parte (Justiça). A parte das autoridades, da Federação, tudo foi feito. Não há que se criar mais nada em termos de lei, temos que começar a fiscalizar melhor e punir os culpados", argumentou.
A briga entre torcedores são-paulinos e corintianos aconteceu logo após a partida vencida pelo Corinthians, por 3 a 0, nesta quinta-feira. Na tentativa de conter um confrontos entre torcedores, a polícia militar entrou em conflito com torcedores tricolores. Mesmo com o uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha, a PM demorou cerca de 30 minutos para contornar a situação.
Na visão do coronel Marinho, não houve falha no esquema de segurança. Segundo ele, enquanto houver torcedores dispostos a confrontarem-se, a segurança ficará comprometida. "A gente trabalha com planejamento para que não ocorra isso. Mas se as pessoas não colaboram, fica quase impossível a polícia dar conta", enfatizou.
A Federação Paulista decidiu levar a semifinal para o Limeira por causa do risco de conflitos entre os torcedores perto da capital. O policiamento foi reforçado. Foram quase 200 homens da PM além de 50 da Guarda Civil Militar. As torcidas organizadas de São Paulo e Corinthians foram escoltadas da capital até Limeira.
A briga entre torcedores de Corinthians e São Paulo, nos arredores do Estádio Major José Levy Sobrinho, em Limeira, na semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior, quinta-feira à noite, não pode sair impune. Pelo menos é o que cobra o diretor de segurança e prevenção da Federação Paulista de Futebol (FPF), o coronel Marcos Marinho.
Em entrevista ao SporTV, Marinho afirmou que a entidade está fazendo sua parte para identificar os envolvidos, mas não deixou de cobrar a aplicação das leis vigentes. "Depende muito da outra parte (Justiça). A parte das autoridades, da Federação, tudo foi feito. Não há que se criar mais nada em termos de lei, temos que começar a fiscalizar melhor e punir os culpados", argumentou.
A briga entre torcedores são-paulinos e corintianos aconteceu logo após a partida vencida pelo Corinthians, por 3 a 0, nesta quinta-feira. Na tentativa de conter um confrontos entre torcedores, a polícia militar entrou em conflito com torcedores tricolores. Mesmo com o uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha, a PM demorou cerca de 30 minutos para contornar a situação.
Na visão do coronel Marinho, não houve falha no esquema de segurança. Segundo ele, enquanto houver torcedores dispostos a confrontarem-se, a segurança ficará comprometida. "A gente trabalha com planejamento para que não ocorra isso. Mas se as pessoas não colaboram, fica quase impossível a polícia dar conta", enfatizou.
A Federação Paulista decidiu levar a semifinal para o Limeira por causa do risco de conflitos entre os torcedores perto da capital. O policiamento foi reforçado. Foram quase 200 homens da PM além de 50 da Guarda Civil Militar. As torcidas organizadas de São Paulo e Corinthians foram escoltadas da capital até Limeira.
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