Preparador físico Altair Ramos relembra Telê, "o melhor treinador de todos os tempos"

Fonte Jovem Pan
Em pé: Moracy Sant´Anna (preparador físico), Zetti, Ronaldão, Cafu, Sídnei, Nelsinho e Antônio Carlos. Agachados: Hélio Santos (massagista), Muller, Suélio, Raí, Elivélton, Macedo e Altair Ramos (preparador físico)
O preparador físico Altair Ramos tem 33 anos de carreira e, no currículo, ostenta dois títulos da Libertadores e um do Campeonato Brasileiro pelo São Paulo, quando trabalhou com Telê Santana. Uma das grandes figuras dos bastidores do futebol brasileiro, e também mundial, pois agora trabalha no Japão, Altair concedeu entrevista exclusiva à rádio Jovem Pan, relembrou antigos trabalhos e deu detalhes de sua experiência no futebol japonês.
“A época com o Telê foi maravilhosa. Marcou demais a minha vida e dos integrantes da comissão técnica que estavam lá”, disse o preparador. Para ele, o sucesso daquela equipe pode ser resumido em uma palavra: “Comprometimento, ali o comprometimento era de uma família, todo mundo se preocupando um com o outro. Além do Telê Santana, que foi o principal, que sempre liderou, foi cuidadoso dentro e fora do campo com os jogadores. Ele mostrou um caminho correto em sua carreira, até após o futebol. Foi o melhor treinador de todos os tempos”.
Ao todo, Altair trabalhou por 15 anos no São Paulo, mas também teve passagens por Corinthians, Audax, Paulista de Jundiaí e Guaratinguetá. Atualmente, o preparador está no FC Gifu, da segunda divisão japonesa, treinado pelo também brasileiro Ruy Ramos. Para ele, os japoneses têm muito a ensinar aos brasileiros. “Trabalhar no Japão é uma lição. Eles estão começando a ensinar os estrangeiros. Os treinadores estão fazendo estágio na Europa, pois almejam trabalhar lá. Eles evoluíram muito em termos de treinamento. Também tem um negócio da cultura deles: é difícil ver um jogador jogando profissionalmente com 16, 17 anos, pois lá são obrigados a estudar”.
Altair Ramos ainda relembrou um episódio difícil em sua vida, quando foi atingido por um raio durante treinamento no São Paulo, em 1996, e comentou um caso recente de uma família que não conseguiu sobreviver a um acidente parecido. “Eu tive muita sorte, tive a mão divina e o auxílio das pessoas próximas, no caso, do repórter Vagner Lima e do Mendonza (lateral direito do São Paulo na época). Fui atendido, mas muitas pessoas chegaram a falar que eu tinha morrido. Infelizmente essa família não teve a mesma sorte que eu”, concluiu Altair.
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