O São Paulo Futebol Clube, como a cidade em que é sediado, é cosmopolita. Desde o primeiro ano de vida, em 1930, o time do Tricolor já contava com um jogador estrangeiro em sua linha (Emílio Armiñana, uruguaio). De lá para cá, outros 66 atletas nascidos fora do Brasil tentaram a sorte no Tricolor - e também sete (novos) treinadores! Alguns se consagraram e se tornaram ídolos eternos da torcida são-paulina.
Apesar da imensa e tradicional identificação com jogadores uruguaios, o país que mais cedeu atletas estrangeiros ao Tricolor foi a Argentina, com 21 nomes. Os "orientais" contribuiram com 16 jogadores. Chile e Paraguai vêm logo a seguir, com seis. Se dentro das quatro linhas o Uruguai foi superado pelos irmãos do Prata, em termos de treinadores eles assumem o primeiro lugar: 4 técnicos uruguaios comandaram o São Paulo. Na segunda posição, ao lado dos argentinos, uma surpresa: a Hungria, que forneceu ao clube paulista três técnicos.
Confira, abaixo, a relação completa de jogadores e treinadores estrangeiros do Tricolor e também rakings de jogos e desempenho no clube:
JOGADORES

















Além desses, ainda existe registros escassos dos jogadores Rudecindo Cilenio Cuello (Tucumán, Argentina - 15/03/1913), Edmondo Perozzi (Roma, Itália - 10/12/1928), Adriano Augusto Pires Carreiro (Estevais, Portugal - 25/12/1927), Israel Werdesheim (Pustkowo, Polônia, 19/10/1926) e Bruno Pardini (Lucca, Itália - 12/08/1925) sem que, contudo, possamos afirmar que tenham integrado o elenco principal do Tricolor - podem ter sido, somente, jogadores de categorias de base ou não terem efetivado contrato.
TREINADORES




Fora estes, há indícios que o argentino Ponzoníbio (já relacionado entre os jogadores) possa ter treinado a equipe do São Paulo em alguma partida do clube em 1939, mas o fato não foi ainda comprovado.