Aquarela do São Paulo: A história e as cores do goleiro de uma só camisa
Em 24 anos de São Paulo, Rogério Ceni utilizou modelos marcantes de uniformes, seja ousados ou mais discretos. A última camisa da carreira gerou polêmica
Fonte LanceNet!
25 de Novembro de 2014
A carreira de Rogério Ceni pode ser contada, de certa forma, pelas camisas que vestiu. Da ousadia marcante no início, trajando caminhões, à discrição dos últimos passos, os uniformes deram o colorido especial à trajetória tão vitoriosa do arqueiro 01.
Nesta segunda-feira, surgiu na internet a imagem daquela que pode ser a última vestimenta do Mito como jogador de futebol. O modelo, desenvolvido pela Penalty com o goleiro, deve ser lançado nos próximos dias com um mix de saudosismo e polêmica, por ter gerado atrito entre a fornecedora de material esportivo, o próprio Ceni e o São Paulo.
Curiosamente, foi a empresa que produziu os modelos mais chamativos da carreira do são-paulino. A partir de 1999, Ceni passou a usar camisas inspiradas no goleiro colombiano Navarro Montoya. Com cores mais vivas, as peças eram estilizadas com desenhos de meios de transporte: caminhão, avião e trem, mais a assinatura de Ceni.
O Mito também utilizou seu manto para se posicionar politicamente, expondo o ado engajado que o acompanhou no futebol. De uns tempos para cá, antes das eleições presidenciais do São Paulo, o goleiro vestia camisa amarela, a cor das chapas de situação, dos ex-presidentes Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio, até o último, Carlos Miguel Aidar.
Nos últimos anos, porém, Ceni tem optado por modelos mais discretos. A possível última camisa mesmo não tem nada de espalhafatosa. A cor é cinza chumbo, com listras finas e mais escuras. Nos últimos jogos, alternou entre preta e vermelha, sem maiores detalhes.
Ceni inovou também ao utilizar o número 01 ao invés de apenas 1, como os demais goleiros. No São Paulo, a moda já vem pegando e há goleiros da base solicitando a numeração diferenciada do ídolo das traves.
O último modelo já está em fase de pré-venda e cerca de 20 mil já foram comercializados, de acordo com o presidente Carlos Miguel Aidar. Pela briga da semana passada, o mais provável é que nem o São Paulo nem Ceni participem do lançamento. Caberá à Penalty divulgar todos os detalhes.
Fato é que será mais um símbolo da trajetória daquele que escolheu colorir a seu modo a única camisa que optou vestir: a do São Paulo.
Nesta segunda-feira, surgiu na internet a imagem daquela que pode ser a última vestimenta do Mito como jogador de futebol. O modelo, desenvolvido pela Penalty com o goleiro, deve ser lançado nos próximos dias com um mix de saudosismo e polêmica, por ter gerado atrito entre a fornecedora de material esportivo, o próprio Ceni e o São Paulo.
Curiosamente, foi a empresa que produziu os modelos mais chamativos da carreira do são-paulino. A partir de 1999, Ceni passou a usar camisas inspiradas no goleiro colombiano Navarro Montoya. Com cores mais vivas, as peças eram estilizadas com desenhos de meios de transporte: caminhão, avião e trem, mais a assinatura de Ceni.
O Mito também utilizou seu manto para se posicionar politicamente, expondo o ado engajado que o acompanhou no futebol. De uns tempos para cá, antes das eleições presidenciais do São Paulo, o goleiro vestia camisa amarela, a cor das chapas de situação, dos ex-presidentes Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio, até o último, Carlos Miguel Aidar.
Nos últimos anos, porém, Ceni tem optado por modelos mais discretos. A possível última camisa mesmo não tem nada de espalhafatosa. A cor é cinza chumbo, com listras finas e mais escuras. Nos últimos jogos, alternou entre preta e vermelha, sem maiores detalhes.
Ceni inovou também ao utilizar o número 01 ao invés de apenas 1, como os demais goleiros. No São Paulo, a moda já vem pegando e há goleiros da base solicitando a numeração diferenciada do ídolo das traves.
O último modelo já está em fase de pré-venda e cerca de 20 mil já foram comercializados, de acordo com o presidente Carlos Miguel Aidar. Pela briga da semana passada, o mais provável é que nem o São Paulo nem Ceni participem do lançamento. Caberá à Penalty divulgar todos os detalhes.
Fato é que será mais um símbolo da trajetória daquele que escolheu colorir a seu modo a única camisa que optou vestir: a do São Paulo.
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