[OFF] Eurico Miranda ataca o Bom Senso: 'Piada'
Recém-eleito, mandatário cruzmaltino criticou movimento de jogadores
Fonte Esporte Interativo
Por Sung Bin Shin
Eurico não poupou críticas ao movimento de jogadores (Foto: Divulgação)
Eurico Miranda está de volta. O novo presidente do Vasco – agora com a confirmação do Conselho Deliberativo – não poupou palavras em seu primeiro discurso oficial no cargo. O principal alvo? O Bom Senso FC, movimento de jogadores que busca reformular o futebol brasileiro.
“Sou integralmente a favor da da Lei de Responsabilidade Fiscal. Agora, o Bom Senso é piada, uma piada. Todas as classes têm seus representantes, os jogadores têm sindicatos, se representam bem ou mal, aí é outro problema. Agora, você criar uma associação, que nem é associação, é um grupo paralelo, de jogadores privilegiados, que ganham salários que ofendem a maioria do povo brasileiro, um salário que um operário leva 100 anos para receber o que eles ganham, e vêm agora se manifestar que defende jogadores?”, questionou Eurico.
“O Brasil tem mais de 150 mil jogadores registrados. Por que não defendem esses? Nunca vi trabalhadores que ganham R$ 400 mil acharem que estão trabalhando muito, querer trabalhar menos. Que Bom Senso é esse. É mau senso”.
Marca registrada do comandante desde os primeiros mandatos no Vasco, a veemencia nas palavras não desapareceu. Nem mesmo para falar dos resultados recentes do clube, que vem desapontando a torcida.
“Só um tsunami não bota o Vasco na Série A. Se quer saber, acho que o Vasco fez campanha pífia. O Vasco tinha obrigação não de faltar um ponto, tinha obrigação de estar somando mais 20 pontos”, afirmou.
Eurico Miranda está de volta. O novo presidente do Vasco – agora com a confirmação do Conselho Deliberativo – não poupou palavras em seu primeiro discurso oficial no cargo. O principal alvo? O Bom Senso FC, movimento de jogadores que busca reformular o futebol brasileiro.
“Sou integralmente a favor da da Lei de Responsabilidade Fiscal. Agora, o Bom Senso é piada, uma piada. Todas as classes têm seus representantes, os jogadores têm sindicatos, se representam bem ou mal, aí é outro problema. Agora, você criar uma associação, que nem é associação, é um grupo paralelo, de jogadores privilegiados, que ganham salários que ofendem a maioria do povo brasileiro, um salário que um operário leva 100 anos para receber o que eles ganham, e vêm agora se manifestar que defende jogadores?”, questionou Eurico.
“O Brasil tem mais de 150 mil jogadores registrados. Por que não defendem esses? Nunca vi trabalhadores que ganham R$ 400 mil acharem que estão trabalhando muito, querer trabalhar menos. Que Bom Senso é esse. É mau senso”.
Marca registrada do comandante desde os primeiros mandatos no Vasco, a veemencia nas palavras não desapareceu. Nem mesmo para falar dos resultados recentes do clube, que vem desapontando a torcida.
“Só um tsunami não bota o Vasco na Série A. Se quer saber, acho que o Vasco fez campanha pífia. O Vasco tinha obrigação não de faltar um ponto, tinha obrigação de estar somando mais 20 pontos”, afirmou.
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