Atletas do São Paulo cantam para ignorar pressão do Emelec
Fonte Blog do boleiro
5 de Novembro de 2014
Os jogadores do São Paulo andam cantando bastante para enfrentar os momentos de tensão e de pressão antes da partida contra o Emelec, hoje às 22 horas em Guaiaquil, pela Copa Sul-americana.
Na noite desta terça-feira, quando a delegação se dirigiu ao estádio, foi recebida por torcedores adversários hostis. O susto foi provocado por sons de disparos produzidos pelos escapamentos das motos dos policiais que escoltavam o ônibus. “Parecia tiro”, contou o assessor de imprensa Juca Pacheco.

Já no gramado, os atletas calçaram tênis por ordem do Emelec. Quando o técnico Muricy Ramalho ia iniciar um trabalho de meia hora com bola, soube que o clube adversário tinha proibido a prática. Decidiu então voltar para o hotel, mas antes ameaçou não colocar o time em campo em protesto. A ameaça foi mais jogo de cena. Depois, na entrevista coletiva, o treinador garantiu que o São Paulo vai jogar.
No retorno, dentro do ônibus, a turma voltou a cantar com vontade, liderada pelo animado Michel Bastos. Já no hotel, os atletas que enfrentaram o Criciúma jantaram e descansaram. Quem não encarou o time catarinense, treinou na academia, jantou e foi dormir.
As proibições do Emelec, mais o tempo que o São Paulo passou para retornar de Criciúma a São Paulo de depois com o vôo para Guaiaquil, fizeram com que o time titular não tenha feito um treino sequer para o confronto desta noite.
Seguindo o ritual sul-americano de tratar o inimigo visitante, torcedores do Emelec dispararam rojões na madrugada. Nenhum atleta se queixou de não conseguir repousar com o barulho.
O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, viajou de manhã para Guaiaquil. Quer chegar a tempo de protestar na Conmebol contra o tratamento dado pelo Emelec e ficar ao lado da delegação. “Estou tentando chegar lá o mais rápido possível”, disse ao Blog do Boleiro.
Na noite desta terça-feira, quando a delegação se dirigiu ao estádio, foi recebida por torcedores adversários hostis. O susto foi provocado por sons de disparos produzidos pelos escapamentos das motos dos policiais que escoltavam o ônibus. “Parecia tiro”, contou o assessor de imprensa Juca Pacheco.

Já no gramado, os atletas calçaram tênis por ordem do Emelec. Quando o técnico Muricy Ramalho ia iniciar um trabalho de meia hora com bola, soube que o clube adversário tinha proibido a prática. Decidiu então voltar para o hotel, mas antes ameaçou não colocar o time em campo em protesto. A ameaça foi mais jogo de cena. Depois, na entrevista coletiva, o treinador garantiu que o São Paulo vai jogar.
No retorno, dentro do ônibus, a turma voltou a cantar com vontade, liderada pelo animado Michel Bastos. Já no hotel, os atletas que enfrentaram o Criciúma jantaram e descansaram. Quem não encarou o time catarinense, treinou na academia, jantou e foi dormir.
As proibições do Emelec, mais o tempo que o São Paulo passou para retornar de Criciúma a São Paulo de depois com o vôo para Guaiaquil, fizeram com que o time titular não tenha feito um treino sequer para o confronto desta noite.
Seguindo o ritual sul-americano de tratar o inimigo visitante, torcedores do Emelec dispararam rojões na madrugada. Nenhum atleta se queixou de não conseguir repousar com o barulho.
O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, viajou de manhã para Guaiaquil. Quer chegar a tempo de protestar na Conmebol contra o tratamento dado pelo Emelec e ficar ao lado da delegação. “Estou tentando chegar lá o mais rápido possível”, disse ao Blog do Boleiro.
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