[SPFC.Net] Queridinho de Juvenal, Ademilson não joga pelo Tricolor desde 31 de agosto
Fonte SPFC.Net
24 de Outubro de 2014
Ademilson só não foi vendido em julho por intervenção de Juvenal Juvêncio
O presidente são-paulino Carlos Miguel Aidar nunca foi fã do futebol de Ademilson. Antes mesmo de se eleger, o dirigente se referia ao atacante como Ademilson Juvêncio, numa brincadeira interna criada pelos são-paulinos, por causa da paixão inexplicável de Juvenal Juvêncio pelo atleta.
Pois Ademilson perdeu espaço no Tricolor desde a saída de Juvenal. Muito espaço, para ser mais preciso. O atacante, que chegou a ser titular enquanto JJ era presidente, não disputa uma partida oficial pelo São Paulo desde 31 de agosto - no empate em 1 a 1 com o Figueirense, em Santa Catarina, pela 18ª rodada do Brasileirão.
Já são 54 dias de ausência, sem qualquer lesão que justificasse. É bem verdade que Ademilson esteve por dez dias com a seleção brasileira sub-21, de Alexandre Gallo. Mas o atacante não foi utilizado por Muricy Ramalho em nove partidas do Tricolor desde então - oito pelo Brasileirão e uma na Sul-Americana.
Ademilson chegou a ter uma proposta do Sassuolo, da primeira divisão do Campeonato Italiano, no fim de julho. O clube do Calcio estava disposto a pagar até R$ 12 milhões, porém Aidar, orientado por seu antecessor, recusou a oferta.
Dias depois, os cartolas começaram a travar uma guerra de bastidores que culminou com a demissão de Juvenal do cargo de diretor das categorias de base.
Antes de ser esquecido, Ademilson havia disputado 31 partidas na atual temporada e marcado cinco gols, sendo três no Brasileirão, um na Copa do Brasil e outro no Brasileirão.
O presidente são-paulino Carlos Miguel Aidar nunca foi fã do futebol de Ademilson. Antes mesmo de se eleger, o dirigente se referia ao atacante como Ademilson Juvêncio, numa brincadeira interna criada pelos são-paulinos, por causa da paixão inexplicável de Juvenal Juvêncio pelo atleta.
Pois Ademilson perdeu espaço no Tricolor desde a saída de Juvenal. Muito espaço, para ser mais preciso. O atacante, que chegou a ser titular enquanto JJ era presidente, não disputa uma partida oficial pelo São Paulo desde 31 de agosto - no empate em 1 a 1 com o Figueirense, em Santa Catarina, pela 18ª rodada do Brasileirão.
Já são 54 dias de ausência, sem qualquer lesão que justificasse. É bem verdade que Ademilson esteve por dez dias com a seleção brasileira sub-21, de Alexandre Gallo. Mas o atacante não foi utilizado por Muricy Ramalho em nove partidas do Tricolor desde então - oito pelo Brasileirão e uma na Sul-Americana.
Ademilson chegou a ter uma proposta do Sassuolo, da primeira divisão do Campeonato Italiano, no fim de julho. O clube do Calcio estava disposto a pagar até R$ 12 milhões, porém Aidar, orientado por seu antecessor, recusou a oferta.
Dias depois, os cartolas começaram a travar uma guerra de bastidores que culminou com a demissão de Juvenal do cargo de diretor das categorias de base.
Antes de ser esquecido, Ademilson havia disputado 31 partidas na atual temporada e marcado cinco gols, sendo três no Brasileirão, um na Copa do Brasil e outro no Brasileirão.
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