Em reunião do Conselho, Aidar explica razões da briga com Juvenal
No último mês, a diretoria do São Paulo viveu a maior crise de sua história e o ex-presidente acabou destituído do cargo de diretor do futebol de base por Carlos Miguel
Fonte LanceNet!
14 de Outubro de 2014
A noite da última segunda-feira foi reservada para a primeira reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo após a intensa briga política que atingiu o clube em setembro. E, como não poderia ser diferente, o presidente Carlos Miguel Aidar teve de explicar aos conselheiros as razões que o levaram a destituir Juvenal Juvêncio da diretoria das categorias de base.
Em longo discurso, o atual presidente reconheceu que entrou em rota de colisão com o antecessor após entrevistas polêmicas em meados de setembro, mas que tentou controlar a situação na base da conversa. Juvenal, então, teria adotado postura irredutível quanto à reconciliação até dar declaração que serviu como estopim para Aidar.
Juvenal Juvêncio teria dito, pouco antes de deixar a diretoria da base, que o ex-aliado queria deixar Cotia à mercê de exploradores. O discurso tirou Aidar do sério e resultou na destituição do antecessor e na demissão de funcionários conhecidos como "capatazes de Juvenal".
O ex-presidente, no entanto, não pôde responder à versão de Carlos Miguel Aidar. Sem informar os motivos, Juvenal Juvêncio não compareceu à reunião da última segunda-feira no Morumbi. Um de seus pares alegou que o ex-dirigente teve de ir ao hospital para monitorar seu quadro de saúde (câncer na próstata).
Em longo discurso, o atual presidente reconheceu que entrou em rota de colisão com o antecessor após entrevistas polêmicas em meados de setembro, mas que tentou controlar a situação na base da conversa. Juvenal, então, teria adotado postura irredutível quanto à reconciliação até dar declaração que serviu como estopim para Aidar.
Juvenal Juvêncio teria dito, pouco antes de deixar a diretoria da base, que o ex-aliado queria deixar Cotia à mercê de exploradores. O discurso tirou Aidar do sério e resultou na destituição do antecessor e na demissão de funcionários conhecidos como "capatazes de Juvenal".
O ex-presidente, no entanto, não pôde responder à versão de Carlos Miguel Aidar. Sem informar os motivos, Juvenal Juvêncio não compareceu à reunião da última segunda-feira no Morumbi. Um de seus pares alegou que o ex-dirigente teve de ir ao hospital para monitorar seu quadro de saúde (câncer na próstata).
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