Dirigente vê flores com carinho, mas diz que Verdão é responsável pela ordem
Cunha acha cartão impróprio e lembra que rival tem mais pressão por título
Fonte Globo Esporte
15 de Outubro de 2008
As flores enviadas pela torcida do Palmeiras ao São Paulo não mereceram comentários dos jogadores. Mas, para a diretoria, a atitude soou como imprópria, principalmente pelo conteúdo do cartão, sugerindo que "domingo tem mais". Para o superintendente de futebol do Tricolor, Marco Aurélio Cunha, o momento não é de provocações, pois pode gerar violência, e a responsabilidade é do anfitrião.
- Recebemos as flores com carinho, mas acho que o cartão foi impróprio, porque lutamos por um duelo sem violência. Vamos lá para jogar futebol. A diretoria do Palmeiras não teve nada a ver com isso, mas o clube tem o dever de controlar a torcida nos seus domínios. Se acontecer algo lá saberemos que a responsabilidade vai ser toda deles - ressalta o dirigente são-paulino.
Para Marco Aurélio Cunha, a atitude da torcida e o clima de favoritismo que paira sobre o Palmeiras pode atrapalhar o time, que não é campeão brasileiro desde 1994, enquanto o São Paulo levou as últimas duas taças.
- Acho que esta situação só põe pressão no Palmeiras. O São Paulo é o bicampeão brasileiro, está em dia com a torcida e, se não ganhar o título, é apenas um evento. Quem precisa ser campeão são eles. Cria uma responsabilidade maior do que a nossa - acrescenta o dirigente.
- Recebemos as flores com carinho, mas acho que o cartão foi impróprio, porque lutamos por um duelo sem violência. Vamos lá para jogar futebol. A diretoria do Palmeiras não teve nada a ver com isso, mas o clube tem o dever de controlar a torcida nos seus domínios. Se acontecer algo lá saberemos que a responsabilidade vai ser toda deles - ressalta o dirigente são-paulino.
Para Marco Aurélio Cunha, a atitude da torcida e o clima de favoritismo que paira sobre o Palmeiras pode atrapalhar o time, que não é campeão brasileiro desde 1994, enquanto o São Paulo levou as últimas duas taças.
- Acho que esta situação só põe pressão no Palmeiras. O São Paulo é o bicampeão brasileiro, está em dia com a torcida e, se não ganhar o título, é apenas um evento. Quem precisa ser campeão são eles. Cria uma responsabilidade maior do que a nossa - acrescenta o dirigente.
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