Aidar: 'Não dá para entender, quatro jogos sem vencer não é normal'
De maior rival do Cruzeiro ao título do Campeonato Brasileiro, o Tricolor passou a ter até a vaga no G4 ameaçada. Presidente do São Paulo não está satisfeito
Fonte LanceNet!
30 de Setembro de 2014
Enquanto tenta encontrar maneiras para apagar o "fogo amigo" e reestruturar o São Paulo administrativamente, o presidente Carlos Miguel Aidar também quebra a cabeça para entender o que aconteceu com o time no Campeonato Brasileiro. O mandatário não esconde a insatisfação com os quatro tropeços seguidos que afastaram o Tricolor da luta pelo sétimo título nacional.
- Estamos procurando uma explicação razoável e não temos uma até o momento. Não dá para entender realmente o que aconteceu com o time, que caiu. Disso não temos a menor dúvida. Não sabemos exatamente o porquê. Tenho conversado com o Ataíde (Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol) para ver se a gente descobre - afirmou Aidar ao LANCE!Net.
Os maus resultados seguidos contra Coritiba, Corinthians, Flamengo e Fluminense jogaram por água abaixo a série de nove partidas de invencibilidade que fez o São Paulo ficar a seis pontos do líder Cruzeiro. A diferença de rendimento entre os períodos e os pontos perdidos em casa e para equipes inferiores tecnicamente têm tirado o sono de Aidar.
- Não é normal. Quatro jogos sem vencer não é normal. Perder um clássico na casa do adversário é um resultado previsível (3 a 2 para o Corinthians), mas empatar com o Flamengo em casa e perder do Fluminense em casa são resultados anormais. Perder do Coritiba, que agora está em úlltimo lugar, também foi anormal, mesmo fora. Então são resultados que não estão de acordo, não fazem parte de planejamento - reclamou.
Carlos Miguel Aidar só não se permite desistir de seu maior objetivo para o primeiro ano de mandato. Em abril, o presidente sonhava com o título do Brasileirão. Poderia compensar a possível perda com a Copa do Brasil, mas o time fracassou. Na Copa Sul-Americana mora outra chance, mas para o duelo desta terça-feira contra o Huachipato (CHI), no Morumbi, o Tricolor não terá Kaká e Ganso poupados. Prioridade pelo Brasileirão?
- Enquanto houver gelo, haverá esperança. Não tenho dúvida, enquanto houver pontos há esperança. E como sou um otimista por natureza, preciso acreditar no título. E confesso que não tive a oportunidade de falar do futebol, não sei o que ficou decidido (sobre poupar o time). Seja qual for, vai ter meu apoio - concluiu.
- Estamos procurando uma explicação razoável e não temos uma até o momento. Não dá para entender realmente o que aconteceu com o time, que caiu. Disso não temos a menor dúvida. Não sabemos exatamente o porquê. Tenho conversado com o Ataíde (Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol) para ver se a gente descobre - afirmou Aidar ao LANCE!Net.
Os maus resultados seguidos contra Coritiba, Corinthians, Flamengo e Fluminense jogaram por água abaixo a série de nove partidas de invencibilidade que fez o São Paulo ficar a seis pontos do líder Cruzeiro. A diferença de rendimento entre os períodos e os pontos perdidos em casa e para equipes inferiores tecnicamente têm tirado o sono de Aidar.
- Não é normal. Quatro jogos sem vencer não é normal. Perder um clássico na casa do adversário é um resultado previsível (3 a 2 para o Corinthians), mas empatar com o Flamengo em casa e perder do Fluminense em casa são resultados anormais. Perder do Coritiba, que agora está em úlltimo lugar, também foi anormal, mesmo fora. Então são resultados que não estão de acordo, não fazem parte de planejamento - reclamou.
Carlos Miguel Aidar só não se permite desistir de seu maior objetivo para o primeiro ano de mandato. Em abril, o presidente sonhava com o título do Brasileirão. Poderia compensar a possível perda com a Copa do Brasil, mas o time fracassou. Na Copa Sul-Americana mora outra chance, mas para o duelo desta terça-feira contra o Huachipato (CHI), no Morumbi, o Tricolor não terá Kaká e Ganso poupados. Prioridade pelo Brasileirão?
- Enquanto houver gelo, haverá esperança. Não tenho dúvida, enquanto houver pontos há esperança. E como sou um otimista por natureza, preciso acreditar no título. E confesso que não tive a oportunidade de falar do futebol, não sei o que ficou decidido (sobre poupar o time). Seja qual for, vai ter meu apoio - concluiu.
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