Para 2015, São Paulo estuda rodízio de patrocinador máster
Fonte ESPN
Por Sung Bin Shin
GAZETA PRESS
O São Paulo estuda ter mais de um patrocinador máster e fazer rodízio com eles na parte nobre da camisa (altura do peito) a partir de 2015. Já há conversas com algumas empresas neste sentido, e o critério é que elas não sejam do mesmo ramo de negócio.
Ninguém do clube fala sobre o assunto publicamente, mas o ESPN.com.br também apurou que a ideia é ter duas (não mais do que isso) companhias parceiras para assumir o posto ocupado unicamente, até julho, pela Semp Toshiba.
A iniciativa é vista como inovação dentro do São Paulo e facilita na chegada ao valor desejado pelo departamento de marketing, já que haverá uma composição - a empresa anterior pagava cerca de R$ 23 milhões por ano ao clube.
"As empresas têm que ser de segmentos diferentes", afirmou uma fonte à reportagem. Logo, não podem ser, por exemplo, dois bancos ou duas montadoras de veículos.
Na prática, funcionaria mais ou menos assim: em um jogo, a companhia X teria seu nome estampado na altura do peito, enquanto a Y veria sua logomarca nas mangas ou em outra parte do uniforme; na partida seguinte, haveria uma inversão de posicionamento das marcas.
O São Paulo estuda ter mais de um patrocinador máster e fazer rodízio com eles na parte nobre da camisa (altura do peito) a partir de 2015. Já há conversas com algumas empresas neste sentido, e o critério é que elas não sejam do mesmo ramo de negócio.
Ninguém do clube fala sobre o assunto publicamente, mas o ESPN.com.br também apurou que a ideia é ter duas (não mais do que isso) companhias parceiras para assumir o posto ocupado unicamente, até julho, pela Semp Toshiba.
A iniciativa é vista como inovação dentro do São Paulo e facilita na chegada ao valor desejado pelo departamento de marketing, já que haverá uma composição - a empresa anterior pagava cerca de R$ 23 milhões por ano ao clube.
"As empresas têm que ser de segmentos diferentes", afirmou uma fonte à reportagem. Logo, não podem ser, por exemplo, dois bancos ou duas montadoras de veículos.
Na prática, funcionaria mais ou menos assim: em um jogo, a companhia X teria seu nome estampado na altura do peito, enquanto a Y veria sua logomarca nas mangas ou em outra parte do uniforme; na partida seguinte, haveria uma inversão de posicionamento das marcas.
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