Justiça instaura inquérito para apurar cânticos homofóbicos no Majestoso
Objetivo é verificar se os gritos das torcidas de Corinthians e São Paulo, no clássico paulista foram apenas uma provocação ou tiveram cunho discriminatório
Fonte LanceNet!
23 de Setembro de 2014
Torcida do São Paulo com camisas em alusão a torcida homossexual do Corinthians (Foto: Reginaldo Castro/ LANCE!Press)
A procuradoria da Justiça Desportiva, através de seu Procurador Geral, Dr. Paulo Schmitt, instaurou um inquérito para apurar uma suposta discriminação homofóbica por parte das torcidas de Corinthians e São Paulo, no clássico de domingo, entre as duas equipes.
Além do inquérito, outras infrações cometidas no clássico, como a briga entre torcedores do Corinthians, também serão denunciadas.
O objetivo do inquérito é verificar se os cânticos revelam mera provocação ou se possuem cunho discriminatório. No segundo caso, o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva seria violado.
Art. 243-G. Praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
Os presidentes das duas equipes, bem como os goleiros, além dos árbitros, devem se pronunciar sobre o caso em questão.
Um auditor do Pleno vai ficar responsável por emitir um parecer final indicando a necessidade da denúnica ou arquivamento do caso.
A procuradoria da Justiça Desportiva, através de seu Procurador Geral, Dr. Paulo Schmitt, instaurou um inquérito para apurar uma suposta discriminação homofóbica por parte das torcidas de Corinthians e São Paulo, no clássico de domingo, entre as duas equipes.
Além do inquérito, outras infrações cometidas no clássico, como a briga entre torcedores do Corinthians, também serão denunciadas.
O objetivo do inquérito é verificar se os cânticos revelam mera provocação ou se possuem cunho discriminatório. No segundo caso, o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva seria violado.
Art. 243-G. Praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
Os presidentes das duas equipes, bem como os goleiros, além dos árbitros, devem se pronunciar sobre o caso em questão.
Um auditor do Pleno vai ficar responsável por emitir um parecer final indicando a necessidade da denúnica ou arquivamento do caso.
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