Presidente Comissão de Arbitragem da Federação Paulista sobre apito no Itaquerão: "Foi muito bem"
Fonte Gazeta Esportiva
21 de Setembro de 2014
Muito contestada por parte do lado tricolor (derrotado por 3 a 2), a arbitragem paulista no clássico entre Corinthians e São Paulo, na tarde deste domingo, foi avaliada positivamente pelo presidente Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF).
"Soube dominar bem o jogo, aplicou os cartões com correção. Acho que a equipe toda foi muito bem no jogo", disse Marcos Marinho, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
As reclamações dos jogadores do São Paulo se dirigiram principalmente ao primeiro pênalti assinalado por Luiz Flávio de Oliveira, quando a bola acertou o braço direito do zagueiro Antônio Carlos - segundo ele e seus colegas, sem qualquer movimento intencional.
"Não vi o lance até agora. Fui pela palavra do Rogério (Antônio Rogério Batista do Prado), que estava atrás do gol e teve convicção. Dentro dos conceitos de bola na mão e mão na bola, ele considerou o lance faltoso", tentou explicar Marinho, dizendo ter sido o assistente adicional o responsável por mudar a opinião do árbitro principal, o qual havia deixado o lance prosseguir.
"Ele teve convicção, porque tem os conceitos na cabeça e deu essas informações ao árbitro para, na confiança que tem na equipe, dar o pênalti", acrescentou.
Também o segundo pênalti, este sim diretamente por Luiz Flávio de Oliveira, foi questionado. Os são-paulinos entendem que o lateral esquerdo Álvaro Pereira não cometeu falta no corintiano Paolo Guerrero e, portanto, não merecia também ter recebido o cartão vermelho.
"Soube dominar bem o jogo, aplicou os cartões com correção. Acho que a equipe toda foi muito bem no jogo", disse Marcos Marinho, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
As reclamações dos jogadores do São Paulo se dirigiram principalmente ao primeiro pênalti assinalado por Luiz Flávio de Oliveira, quando a bola acertou o braço direito do zagueiro Antônio Carlos - segundo ele e seus colegas, sem qualquer movimento intencional.
"Não vi o lance até agora. Fui pela palavra do Rogério (Antônio Rogério Batista do Prado), que estava atrás do gol e teve convicção. Dentro dos conceitos de bola na mão e mão na bola, ele considerou o lance faltoso", tentou explicar Marinho, dizendo ter sido o assistente adicional o responsável por mudar a opinião do árbitro principal, o qual havia deixado o lance prosseguir.
"Ele teve convicção, porque tem os conceitos na cabeça e deu essas informações ao árbitro para, na confiança que tem na equipe, dar o pênalti", acrescentou.
Também o segundo pênalti, este sim diretamente por Luiz Flávio de Oliveira, foi questionado. Os são-paulinos entendem que o lateral esquerdo Álvaro Pereira não cometeu falta no corintiano Paolo Guerrero e, portanto, não merecia também ter recebido o cartão vermelho.
Avalie esta notícia:
4
28
VEJA TAMBÉM
- Escalação! São Paulo preparado para enfrentar o Santos no Morumbi- Fim da dívida: São Paulo liquida processo de R$ 76 milhões com Giuliano Bertolucci
- São Paulo consegue reduzir dívida de 45 milhões para 16 milhões
- Olho nele: Ryan Francisco é a esperança de gols do São Paulo contra o Santos
- Dinheiro entrou! São Paulo paga parte dos direitos de imagem
