Em dois meses, Kaká muda a rotina e vira referência no São Paulo
Meia vira exemplo de conduta, ganha o grupo e recoloca o Tricolor na briga pelo título do Campeonato Brasileiro
Fonte Estadão
Por Sung Bin Shin
Kaká já se transformou em "dono" do São Paulo
Ao dar um desconcertante drible da vaca para iniciar a brilhante jogada do segundo gol do São Paulo contra o Sport, Kaká arrancou um largo sorriso da diretoria. Menos de dois meses após sua estreia, o meia virou referência da equipe e tem promovido uma revolução técnica e de comprometimento no grupo.
Em entrevista recente ao Estado, Kaká revelou que seu principal objetivo na segunda PASSAGEMpelo Tricolor era transformar o elenco em um grupo vencedor. Até agora, vem obtendo sucesso e está deixando não apenas a comissão técnica como também os companheiros encantados com sua postura.
Se do ponto de vista técnico o meia dispensa apresentações, a postura nos treinos e jogos virou combustível para os demais jogadores se esforçarem mais. Ele é um dos primeiros a chegar no CT e recebe elogios de todos pela forma como encara as atividades; Kaká faz - sem reclamar - um trabalho físico específico para aguentar a sequência de jogos antes de ir a campo. Com a bola rolando, ouve atentamente as instruções de Muricy Ramalho e, ao executar tudo o que o treinador pede, incentiva os demais a fazerem o mesmo.
Nos jogos, o esperado protagonismo é colocado de lado em prol do grupo. As arrancadas com a bola que o levaram ao topo do futebol mundial deram lugar a uma intensa movimentação para abrir espaços para os companheiros chegarem à área. "Hoje, os outros observam o sacrifício dele nos treinos e nos jogos", elogiou Muricy Ramalho.
Na leitura da comissão técnica, a chegada do meia foi especialmente benéfica para Paulo Henrique Ganso e Alexandre Pato, que atingiram o melhor momento desde que foram contratados justamente quando Kaká entrou na equipe. Muricy (assim como a diretoria) enxerga que o meia mudou a forma dos companheiros trabalharem e os deu uma injeção de ânimo.
O 'feitiço', porém, deve acabar em dezembro, quando Kaká deixa o Morumbi para se juntar ao Orlando City. O Tricolor ainda tenta um re-empréstimo até junho, mas a diretoria já teme os impactos do adeus. "Ficamos preocupados porque ele vai embora, mas vamos curtir até o final do ano", disse Muricy.
Ao dar um desconcertante drible da vaca para iniciar a brilhante jogada do segundo gol do São Paulo contra o Sport, Kaká arrancou um largo sorriso da diretoria. Menos de dois meses após sua estreia, o meia virou referência da equipe e tem promovido uma revolução técnica e de comprometimento no grupo.
Em entrevista recente ao Estado, Kaká revelou que seu principal objetivo na segunda PASSAGEMpelo Tricolor era transformar o elenco em um grupo vencedor. Até agora, vem obtendo sucesso e está deixando não apenas a comissão técnica como também os companheiros encantados com sua postura.
Se do ponto de vista técnico o meia dispensa apresentações, a postura nos treinos e jogos virou combustível para os demais jogadores se esforçarem mais. Ele é um dos primeiros a chegar no CT e recebe elogios de todos pela forma como encara as atividades; Kaká faz - sem reclamar - um trabalho físico específico para aguentar a sequência de jogos antes de ir a campo. Com a bola rolando, ouve atentamente as instruções de Muricy Ramalho e, ao executar tudo o que o treinador pede, incentiva os demais a fazerem o mesmo.
Nos jogos, o esperado protagonismo é colocado de lado em prol do grupo. As arrancadas com a bola que o levaram ao topo do futebol mundial deram lugar a uma intensa movimentação para abrir espaços para os companheiros chegarem à área. "Hoje, os outros observam o sacrifício dele nos treinos e nos jogos", elogiou Muricy Ramalho.
Na leitura da comissão técnica, a chegada do meia foi especialmente benéfica para Paulo Henrique Ganso e Alexandre Pato, que atingiram o melhor momento desde que foram contratados justamente quando Kaká entrou na equipe. Muricy (assim como a diretoria) enxerga que o meia mudou a forma dos companheiros trabalharem e os deu uma injeção de ânimo.
O 'feitiço', porém, deve acabar em dezembro, quando Kaká deixa o Morumbi para se juntar ao Orlando City. O Tricolor ainda tenta um re-empréstimo até junho, mas a diretoria já teme os impactos do adeus. "Ficamos preocupados porque ele vai embora, mas vamos curtir até o final do ano", disse Muricy.
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