Vice assume culpa por fim de privilégios
Ataíde Gil Guerreiro disse que foi dele decisão de não levar mais diretores para as viagens do São Paulo e nega racha no clube
Fonte Band
30 de Agosto de 2014
Ataíde Gil Guerreiro garantiu que o São Paulo não está rachado / Carlos Cecconello/Folhapress
Ataíde Gil Guerreiro assumiu toda responsabilidade pelo fim de certos privilégios que diretores e conselheiros tinham dentro do São Paulo. O vice-presidente de futebol disse que foi apenas dele a ideia de impedir que qualquer outra pessoas que não fosse da comissão técnica viajasse com o elenco para os jogos fora do Morumbi.
“O único que pode ser criticado por isso sou eu. O presidente Carlos Miguel Aidar não tem nada com isso. Que eu tomei a decisão de não levar mais diretor e conselheiro nenhum nas viagens e isso não foi por corte de gastos, foi porque eles ficavam paparicando os jogadores e eles devem se concentrar. Foi apenas por isso”, disse ele em entrevista ao programa Esporte em Debate, da Rádio Bandeirantes.
A polêmica decisão teria sido apontada como um dos motivos para que o ex-presidente Juvenal Juvêncio rompesse com o atual, fato que Gil Guerreiro nega completamente.
“O São Paulo não está rachado e os dois continuam sendo do mesmo grupo político. Acontece que o clube tem tradicionalmente dois grupos fortes e sempre disse que a unanimidade é ruim para o clube, tem que haver trocas de ideias sempre, mas sem se digladiarem. A ideia da candidatura do Aidar foi do Juvenal. Não existe isso”, completou.
Ataíde Gil Guerreiro assumiu toda responsabilidade pelo fim de certos privilégios que diretores e conselheiros tinham dentro do São Paulo. O vice-presidente de futebol disse que foi apenas dele a ideia de impedir que qualquer outra pessoas que não fosse da comissão técnica viajasse com o elenco para os jogos fora do Morumbi.
“O único que pode ser criticado por isso sou eu. O presidente Carlos Miguel Aidar não tem nada com isso. Que eu tomei a decisão de não levar mais diretor e conselheiro nenhum nas viagens e isso não foi por corte de gastos, foi porque eles ficavam paparicando os jogadores e eles devem se concentrar. Foi apenas por isso”, disse ele em entrevista ao programa Esporte em Debate, da Rádio Bandeirantes.
A polêmica decisão teria sido apontada como um dos motivos para que o ex-presidente Juvenal Juvêncio rompesse com o atual, fato que Gil Guerreiro nega completamente.
“O São Paulo não está rachado e os dois continuam sendo do mesmo grupo político. Acontece que o clube tem tradicionalmente dois grupos fortes e sempre disse que a unanimidade é ruim para o clube, tem que haver trocas de ideias sempre, mas sem se digladiarem. A ideia da candidatura do Aidar foi do Juvenal. Não existe isso”, completou.
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