Após caso do gás, diretor do Tricolor fala em fase de harmonia com palmeirenses
João Paulo de Jesus Lopes descarta rancor por episódio do gás no Palestra Itália e espera clássico com rivalidade só em campo
Fonte Globo Esporte
10 de Outubro de 2008
As diretorias de São Paulo e Palmeiras parecem ter encontrado realmente a paz quase cinco meses após o episódio do gás no vestiário do Tricolor, no Palestra Itália. Prestes a entrar novamente no palco da discórdia durante o Campeonato Paulista, a cartolagem do time do Morumbi descarta qualquer rancor pelo caso.
No dia 20 de abril, Palmeiras e São Paulo se enfrentaram na casa alviverde pela semifinal do estadual. Na ocasião, o Tricolor teve problemas em seu vestiário, na hora do intervalo, pois um forte cheiro de gás havia dominado o ambiente. Depois de muita chiadeira do time visitante, os donos da casa venceram o confronto por 2 a 0 e avançaram à final do campeonato.
- Sempre falamos que não entendíamos o Palmeiras como culpado pelo episódio do gás. Tanto que a polícia investigou e chegou a conclusão que a ação partiu de outras pessoas, um evento preparado por torcedores. Vivemos um momento de harmonia entre as duas diretorias e o clássico será de muita rivalidade, mas somente dentro das quatro linhas – afirma o dirigente do Tricolor.
Sobre a disputa em campo, o diretor são-paulino espera que o clássico dê um toque de emoção ainda maior ao Brasileirão. O principal atrativo para o jogo e a diferença de pontos entre as equipes –o Palmeiras, segundo colocado, tem 54 pontos, dois a mais que o Tricolor, quarto na competição.
- Será um jogo importante, principalmente para nós. A expectativa é muito positiva porque o time vem crescendo. Contra o Náutico, não tivemos um jogo brilhante, mas o time mostrou garra. Vai ser um grande jogo e temos de mostrar competência. E o campeonato terá um desfecho emocionante para todas as torcidas.
No dia 20 de abril, Palmeiras e São Paulo se enfrentaram na casa alviverde pela semifinal do estadual. Na ocasião, o Tricolor teve problemas em seu vestiário, na hora do intervalo, pois um forte cheiro de gás havia dominado o ambiente. Depois de muita chiadeira do time visitante, os donos da casa venceram o confronto por 2 a 0 e avançaram à final do campeonato.
- Sempre falamos que não entendíamos o Palmeiras como culpado pelo episódio do gás. Tanto que a polícia investigou e chegou a conclusão que a ação partiu de outras pessoas, um evento preparado por torcedores. Vivemos um momento de harmonia entre as duas diretorias e o clássico será de muita rivalidade, mas somente dentro das quatro linhas – afirma o dirigente do Tricolor.
Sobre a disputa em campo, o diretor são-paulino espera que o clássico dê um toque de emoção ainda maior ao Brasileirão. O principal atrativo para o jogo e a diferença de pontos entre as equipes –o Palmeiras, segundo colocado, tem 54 pontos, dois a mais que o Tricolor, quarto na competição.
- Será um jogo importante, principalmente para nós. A expectativa é muito positiva porque o time vem crescendo. Contra o Náutico, não tivemos um jogo brilhante, mas o time mostrou garra. Vai ser um grande jogo e temos de mostrar competência. E o campeonato terá um desfecho emocionante para todas as torcidas.
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