'Estamos distantes do nível do Cruzeiro', diz Muricy
Fonte Estadão
24 de Agosto de 2014
O técnico Muricy Ramalho afirma que as quatro vitórias seguidas que o São Paulo conseguiu no Campeonato Brasileiro (Vitória, Palmeiras, Internacional e Santos) não são suficientes para colocar a equipe na briga pelo título e desafiar o atual líder Cruzeiro.
"Precisamos esperar um pouco mais para saber se este time é consistente. Estamos distantes do nível do Cruzeiro. O time está melhor, pode ficar entre os líderes, mas precisa ser consistente", afirmou o treinador.
Um dos motivos da ascensão do São Paulo nas últimas rodadas é o bom desempenho do quarteto de frente (Kaká, Ganso, Kardec e Pato). Além de terem sido responsáveis pelos onze últimos gols que a equipe fez no torneio (Kardec e Pato fizeram quatro; Ganso, dois e Kaká, um), todos estão se dedicando à marcação.
"Eles estão acreditando no treinador e nos companheiros. O segredo para um grande craque render ainda mais é fazê-lo jogar sem a bola. Se não marcássemos, não conseguiríamos ganhar do Santos. Eles têm laterais muito rápidos", explica.
O treinador ressalta, no entanto, que a equipe está ganhando corpo não por causa da atuação do quarteto. "O mais importante é que não temos só um quarteto, temos um grupo. A defesa melhorou, temos bons volantes e bons laterais. Isso dá estabilidade.
Temos um time", elogiou o treinador, revelando que a eliminação contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, quando a equipe foi derrotada por 3 a 1 dentro do Morumbi, foi um divisor de águas para o elenco. "Tivemos uma conversa de homem para homem, mas sem dar porrada. Era hora de passar a mão na cabeça. Aquele deslize fez o time acordar", diz Muricy.
"Precisamos esperar um pouco mais para saber se este time é consistente. Estamos distantes do nível do Cruzeiro. O time está melhor, pode ficar entre os líderes, mas precisa ser consistente", afirmou o treinador.
Um dos motivos da ascensão do São Paulo nas últimas rodadas é o bom desempenho do quarteto de frente (Kaká, Ganso, Kardec e Pato). Além de terem sido responsáveis pelos onze últimos gols que a equipe fez no torneio (Kardec e Pato fizeram quatro; Ganso, dois e Kaká, um), todos estão se dedicando à marcação.
"Eles estão acreditando no treinador e nos companheiros. O segredo para um grande craque render ainda mais é fazê-lo jogar sem a bola. Se não marcássemos, não conseguiríamos ganhar do Santos. Eles têm laterais muito rápidos", explica.
O treinador ressalta, no entanto, que a equipe está ganhando corpo não por causa da atuação do quarteto. "O mais importante é que não temos só um quarteto, temos um grupo. A defesa melhorou, temos bons volantes e bons laterais. Isso dá estabilidade.
Temos um time", elogiou o treinador, revelando que a eliminação contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, quando a equipe foi derrotada por 3 a 1 dentro do Morumbi, foi um divisor de águas para o elenco. "Tivemos uma conversa de homem para homem, mas sem dar porrada. Era hora de passar a mão na cabeça. Aquele deslize fez o time acordar", diz Muricy.
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