Santos separa semestre de Ganso entre reserva e grande fase
Na última vez que o Peixe enfrentou o São Paulo, há seis meses, meia se encontrava em sua pior fase sob comando de Muricy Ramalho
Fonte Fox Sports
24 de Agosto de 2014
Às 16h (de Brasília) deste domingo, para confirmar a boa fase individual e coletiva, o meia precisará ajudar o São Paulo a vencer sua ex-equipe pela primeira vez com ele em campo (Mauricio Rummens/Foto Arena)
Seis meses separam o último clássico do São Paulo contra o Santos para o deste domingo (24 de agosto). Tempo suficiente para mudar a condição de Paulo Henrique Ganso no time tricolor. Na última vez em que os dois rivais se enfrentaram, o meia se encontrava em sua pior fase sob comando de Muricy Ramalho. Agora, o técnico o vê talvez em seu momento mais constante.
Antes de decidir a vitória de quarta-feira sobre o Internacional, em Porto Alegre, com um gol dentro da área - como o treinador sempre lhe pede -, o camisa 10 vinha se destacando com assistências nas quatro rodadas anteriores do Campeonato Brasileiro. Sequência positiva que jamais havia apresentado desde que deixou a Vila Belmiro para jogar no Morumbi.
A melhora tem a ver também com as insistentes cobranças de Muricy. "Minha cobrança é no bom sentido, para a vida toda dele, porque é uma coisa que ele tem que melhorar, ele sabe disso. É um grande jogador, mas, se puder fazer gol, chamará mais atenção. Às vezes, ele tem um pouco de dificuldade, pelo estilo de jogar", explica o treinador. "Não é para o clássico, tem que ser uma constante, para que ele possa melhorar".
A cobrança atual é mais em tom de lembrança do que de advertência, diferentemente do que se via no início do ano. Após consecutivas atuações apagadas de Ganso, Muricy surpreendeu a todos e, mesmo já sem contar com Jadson (negociado com o Corinthians), deixou o principal armador do elenco no banco de reservas pela primeira vez justamente no clássico contra o ex-clube, pelo Campeonato Paulista.
Quem o substituiu naquele jogo, o décimo do ano, disputado em 23 de fevereiro, foi Douglas, improvisado como ponta. Aos 29 minutos, depois de pedidos da torcida, porém, o treinador inverteu a mudança inicial, colocando Ganso no lugar do lateral direito. Ao final da partida, o jogador saiu sem falar, enquanto Muricy justificou sua decisão.
"Não foi nada excepcional, nada de punição, porque essa não é minha maneira de trabalhar. Acontece que tem hora que o treinador tem que intervir se (o jogador) não está bem. Não dá para ficar com a mesma coisa. Mas amanhã ele treina, trabalha e volta a jogar. Ele sabe como eu sou", disse. De fato, não demorou muito para que ele retomasse a titularidade, mas também não foi tão logo que Ganso voltou a chamar atenção com passes ou gol.
Às 16h (de Brasília) deste domingo, para confirmar a boa fase individual e coletiva, o meia precisará ajudar o São Paulo a vencer sua ex-equipe pela primeira vez com ele em campo. Desde que deixou o Santos, em setembro de 2012, foram três derrotas e um empate.
Seis meses separam o último clássico do São Paulo contra o Santos para o deste domingo (24 de agosto). Tempo suficiente para mudar a condição de Paulo Henrique Ganso no time tricolor. Na última vez em que os dois rivais se enfrentaram, o meia se encontrava em sua pior fase sob comando de Muricy Ramalho. Agora, o técnico o vê talvez em seu momento mais constante.
Antes de decidir a vitória de quarta-feira sobre o Internacional, em Porto Alegre, com um gol dentro da área - como o treinador sempre lhe pede -, o camisa 10 vinha se destacando com assistências nas quatro rodadas anteriores do Campeonato Brasileiro. Sequência positiva que jamais havia apresentado desde que deixou a Vila Belmiro para jogar no Morumbi.
A melhora tem a ver também com as insistentes cobranças de Muricy. "Minha cobrança é no bom sentido, para a vida toda dele, porque é uma coisa que ele tem que melhorar, ele sabe disso. É um grande jogador, mas, se puder fazer gol, chamará mais atenção. Às vezes, ele tem um pouco de dificuldade, pelo estilo de jogar", explica o treinador. "Não é para o clássico, tem que ser uma constante, para que ele possa melhorar".
A cobrança atual é mais em tom de lembrança do que de advertência, diferentemente do que se via no início do ano. Após consecutivas atuações apagadas de Ganso, Muricy surpreendeu a todos e, mesmo já sem contar com Jadson (negociado com o Corinthians), deixou o principal armador do elenco no banco de reservas pela primeira vez justamente no clássico contra o ex-clube, pelo Campeonato Paulista.
Quem o substituiu naquele jogo, o décimo do ano, disputado em 23 de fevereiro, foi Douglas, improvisado como ponta. Aos 29 minutos, depois de pedidos da torcida, porém, o treinador inverteu a mudança inicial, colocando Ganso no lugar do lateral direito. Ao final da partida, o jogador saiu sem falar, enquanto Muricy justificou sua decisão.
"Não foi nada excepcional, nada de punição, porque essa não é minha maneira de trabalhar. Acontece que tem hora que o treinador tem que intervir se (o jogador) não está bem. Não dá para ficar com a mesma coisa. Mas amanhã ele treina, trabalha e volta a jogar. Ele sabe como eu sou", disse. De fato, não demorou muito para que ele retomasse a titularidade, mas também não foi tão logo que Ganso voltou a chamar atenção com passes ou gol.
Às 16h (de Brasília) deste domingo, para confirmar a boa fase individual e coletiva, o meia precisará ajudar o São Paulo a vencer sua ex-equipe pela primeira vez com ele em campo. Desde que deixou o Santos, em setembro de 2012, foram três derrotas e um empate.
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