Aidar volta a pedir união de conselheiros por reforma do Morumbi
Depois de boicotes aos projetos sonhados pelo antecessor Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo torce por fim de rivalidade entre oposição e situação no clube
Fonte LanceNet!
19 de Agosto de 2014
Cobertura do Morumbi não saiu do papel
Um assunto que tem movimentado os bastidores do São Paulo nos últimos anos está próximo de voltar à tona no clube. Na última reunião do Conselho Deliberativo, o presidente Carlos Miguel Aidar pediu que membros da situação e da oposição esqueçam a rivalidade criada entre as chapas nas últimas eleições para que a reforma do Morumbi, enfim, saia do papel.
- Temos alguns projetos sendo feitos, estudados, mas nada pronto ou concreto ainda. Não definimos nada - disse Aidar, brevemente, ao LANCE!Net.
O projeto foi idealizado por Juvenal Juvêncio, que sonhava em colocá-lo em prática ainda em seu último mandato, encerrado no dia 16 de abril deste ano. A construtora Andrade Gutierrez comandaria a reforma e a construção da cobertura, que faria do estádio uma arena multiuso, mas abriu mão do projeto no início de 2014.
A desistência da construtora foi provocada pelos seguidos atritos entre situação e oposição no São Paulo. O último deles ocorreu nas eleições presidenciais de 16 de abril. A chapa apoiada por Juvenal conseguiu impor a votação pela cobertura, que já havia sido boicotada em 2013 pela oposição, para o dia do pleito que colocaria Aidar no poder. Sem chance de vencer, a chapa de Kalil Rocha Abdalla promoveu novo boicote para evitar a votação relacionada ao estádio.
A atitude provocou a ira dos pares de Aidar, que acusaram os rivais políticos de estarem deixando o São Paulo ultrapassado. Na primeira reunião com os novos conselheiros, porém, o discurso mudou e o presidente pregou pela paz. Além disso, a oposição apresentou soluções para o Morumbi, assegurando que as novas opções seriam mais rentáveis.
A postura mais cautelosa de Aidar foi mantida no último encontro, mas ainda é vista com desconfiança por alguns oposicionistas. Na reunião, o mandatário prometeu apresentar o novo projeto "muito bem explicadinho".
Um assunto que tem movimentado os bastidores do São Paulo nos últimos anos está próximo de voltar à tona no clube. Na última reunião do Conselho Deliberativo, o presidente Carlos Miguel Aidar pediu que membros da situação e da oposição esqueçam a rivalidade criada entre as chapas nas últimas eleições para que a reforma do Morumbi, enfim, saia do papel.
- Temos alguns projetos sendo feitos, estudados, mas nada pronto ou concreto ainda. Não definimos nada - disse Aidar, brevemente, ao LANCE!Net.
O projeto foi idealizado por Juvenal Juvêncio, que sonhava em colocá-lo em prática ainda em seu último mandato, encerrado no dia 16 de abril deste ano. A construtora Andrade Gutierrez comandaria a reforma e a construção da cobertura, que faria do estádio uma arena multiuso, mas abriu mão do projeto no início de 2014.
A desistência da construtora foi provocada pelos seguidos atritos entre situação e oposição no São Paulo. O último deles ocorreu nas eleições presidenciais de 16 de abril. A chapa apoiada por Juvenal conseguiu impor a votação pela cobertura, que já havia sido boicotada em 2013 pela oposição, para o dia do pleito que colocaria Aidar no poder. Sem chance de vencer, a chapa de Kalil Rocha Abdalla promoveu novo boicote para evitar a votação relacionada ao estádio.
A atitude provocou a ira dos pares de Aidar, que acusaram os rivais políticos de estarem deixando o São Paulo ultrapassado. Na primeira reunião com os novos conselheiros, porém, o discurso mudou e o presidente pregou pela paz. Além disso, a oposição apresentou soluções para o Morumbi, assegurando que as novas opções seriam mais rentáveis.
A postura mais cautelosa de Aidar foi mantida no último encontro, mas ainda é vista com desconfiança por alguns oposicionistas. Na reunião, o mandatário prometeu apresentar o novo projeto "muito bem explicadinho".
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