Pato se nega a dar carrinho para agradar: "A minha é fazer gols"
Fonte Gazeta Esportiva
31 de Julho de 2014
Cobrado publicamente pelo técnico e o capitão do São Paulo a dar mais de si, mesmo depois de ter ido bem na vitória de quarta-feira sobre o Bragantino, Alexandre Pato avisou que não vai fugir de suas características.
"Tenho minha vontade, dentro de mim, alguns gestos que não preciso demonstrar para todo mundo. Não preciso dar carrinho, que não é característica minha. Tenho que tentar pelo menos alguma coisa, marcar, me esforçar ao máximo. Minha característica é correr e fazer gols", disse, nesta quinta-feira.
Nem Muricy Ramalho nem Rogério Ceni pediram para Pato dar carrinho. Mas, sim, cobraram maior entrega em campo. Em alguns momentos, o jogador reconhece que precisa melhorar. Em outros, questiona as críticas que recebe principalmente da torcida ou de fora do clube.
"Não me incomoda, mas faz com que eu pense: 'Por que estão pensando isso? Onde errei?'. Faz com que eu chegue em casa e pense no que eu errei. Escuto meus colegas e meu treinador. Eles tentam me ajudar bastante a aprender. Tento crescer com as críticas que recebo também fora de campo, mas as que mais considero são as dos companheiros e do treinador", comentou.
Na quarta-feira, o atacante construiu a jogada que abriu o placar, conquistando e cobrando escanteio que resultou no gol contra de cabeça do lateral esquerdo Bruno Recife. No segundo tempo, ainda converteu pênalti sofrido por Álvaro Pereira e ajudou a garantir o triunfo por 2 a 1.
"Tenho minha vontade, dentro de mim, alguns gestos que não preciso demonstrar para todo mundo. Não preciso dar carrinho, que não é característica minha. Tenho que tentar pelo menos alguma coisa, marcar, me esforçar ao máximo. Minha característica é correr e fazer gols", disse, nesta quinta-feira.
Nem Muricy Ramalho nem Rogério Ceni pediram para Pato dar carrinho. Mas, sim, cobraram maior entrega em campo. Em alguns momentos, o jogador reconhece que precisa melhorar. Em outros, questiona as críticas que recebe principalmente da torcida ou de fora do clube.
"Não me incomoda, mas faz com que eu pense: 'Por que estão pensando isso? Onde errei?'. Faz com que eu chegue em casa e pense no que eu errei. Escuto meus colegas e meu treinador. Eles tentam me ajudar bastante a aprender. Tento crescer com as críticas que recebo também fora de campo, mas as que mais considero são as dos companheiros e do treinador", comentou.
Na quarta-feira, o atacante construiu a jogada que abriu o placar, conquistando e cobrando escanteio que resultou no gol contra de cabeça do lateral esquerdo Bruno Recife. No segundo tempo, ainda converteu pênalti sofrido por Álvaro Pereira e ajudou a garantir o triunfo por 2 a 1.
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