Chilavert exalta os feitos, elogia Ceni, mas não diz quem é o melhor goleiro

Ex-jogador do Paraguai lamenta que a Copa do Mundo de 2014 tenha apenas um gol de falta até o momento: Eu não entendo essa ausência

Fonte SPORTV
Ex-goleiro Chilavert lamenta o Mundial de 2014 não ter muitos gols de falta (Foto: SporTV.com)
Eleito três vezes o melhor goleiro do mundo pela Federação Internacional de História e Estatísticas (1995, 1997, 1998), Chilavert ficou conhecido não só pelas grandes defesas. Autor de 62 gols na sua carreira, o paraguaio também tinha fama de goleador, assim como o brasileiro Rogério Ceni, que tem 117.
Amigo do camisa 1 do São Paulo, o ex-jogador prefere não opinar sobre qual dos dois é melhor, mas faz questão de exaltar os seus feitos na carreira. Comentarista da RCN TV, da Colômbia, ele pendurou as chuteiras em 2004.
- É uma honra que o Rogério Ceni siga jogando e marcando gols de falta e pênaltis. Eu sempre digo que é muito importante ter um goleiro que bata faltas. Jogadores como eu e o Rogério estão em extinção. O Rogério é um grande amigo, que segue jogando e um dia pode presidir o São Paulo. Quem é o melhor? Depende do gosto de cada um. Eu joguei durante 25 anos e fui reconhecido três vezes o melhor do mundo. Creio que o mais importante é que deixei um legado. Ele é um dos maiores goleiros do futebol e um grande batedor de faltas.
Autor de 15 gols de falta na sua carreira, o paraguaio lamenta que o lance esteja se repetindo com frequência na Copa do Mundo do Brasil. Até o momento, apenas Dzemaili, da Suíça, balançou as redes desta forma na derrota de 5 a 2 para a França, na Fonte Nova.
- Eu não entendo essa ausência dos gols de falta. Esse tipo do gol é uma questão de trabalho. Com esse tipo de bola que é usado atualmente é muito mais fácil marcar. Antes as bolas eram feita com couro. Hoje são fabricadas com um material sintético, que atrapalha muitos os goleiros. Estamos vendo poucos gols de falta, mas é uma questão de prática.
O ex-goleiro do Paraguai nas Copas de 1998 e 2002 disse que tinha como inspiração o Falcão, jogador que participou da Seleção na Copa de 1982, equipe que encantou o mundo com um futebol vistoso. Chilavert afirmou que se o Brasil tivesse um goleiro melhor teria conquistado o título. Waldir Peres foi o camisa 1 da equipe comandada por Telê Santana.
- Quando jovem, eu sempre tinha como inspiração o Falcão, um jogador fantástico na sua maneira de jogar. No Mundial de 1982, o Brasil também tinha o Sócrates e o Éder. Se o Brasil tivesse um goleiro um pouco melhor, a história poderia ser diferente.
Nesta segunda-feira, o Brasil fecha sua participação na primeira fase da Copa do Mundo. E uma vitória diante de Camarões, no Mané Garrincha, às 17h, em Brasília, garante o primeiro lugar do Grupo A e uma vaga nas oitavas de final do Mundo.

Ex-goleiro Chilavert em ação pela seleção do Paraguai na Copa do Mundo de 2002 (Foto: Getty Images)
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