O São Paulo atravessou o Palmeiras na negociação com o atacante Alan Kardec e fechou contrato com o jogador. A negociação e a disputa entre os clubes deixara rusgas nos presidentes Tricolor, Carlos Aidar, e Alviverde, Paulo Nobre.
Paulo Nobre chegou a falar em cortar relações com o rival e irritou Aidar, que disse que o Palmeiras estava se "apequenando" mais a cada temporada. A discussão entre os dois está longe de ser a primeira. Relembre a seguir outros desentendimentos entre cartolas do futebol brasileiro.
Pouco tempo antes, Aidar já havia se envolvido em uma discussão com o ex-presidente do Corinthians Andres Sanches. O presidente são-paulino disse que a nova arena do corinthians ficava em outro mundo e Andres respondeu que Aidar é preconceituoso com a população de Itaquera. O cartola tricolor, por sua vez, terminou afirmando que o corintiano quer ficar na mídia porque será candidato nas eleições.
Sanchez também não é novato quando o assunto é desentendimento com um cartola rival. Quando era presidente do Corinthians e Juvenal Juvência estava à frente do São Paulo, os dois discutiram sobre a carga de ingresso para a torcida alvinegra em um jogo no Morumbi. Por receber menos do que o desejado, Andres rebateu dizendo que o corinthians não mandaria mais nem um jogo sequer no estádio são-paulino.
Recentemente, o Corinthians esteve especulando a contratação de Diego Tardelli. O presidente do Atlético-MG, Alexandre Calil, desdenhou da proposta do rival e teve que ouvir respostas duras do gerente de futebol do Timão, Edu Gaspar.
Na final da Libertadores de 2005, o Atlético-PR não pôde mandar o jogo de ida na Arena da Baixada por conta da baixa capacidade do estádio para a torcida. Por ter que mandar a partida no Beira-Rio, o presidente do Furacão, Mário Celso Petraglia, meteu a boca nos diretores do São Paulo, que, na época, tinham como presidente Marcelo Portugal Gouvêa. A briga entre os clubes se estendeu até atualmente e, sempre que possível, os time se cutucam.
Na primeira metade dos anos 2000, era comum ver os dirigente Roque Citadini e Marco Aurélio Cunha discutirem em programas esportivos. O primeiro defendia os interesses alvinegros, enquanto o segundo retrucava para proteger o Tricolor.
Aidar e Nobre engrossam lista de brigas entre cartolas. Relembre
Fonte R7
4 de Junho de 2014
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