O São Paulo resolveu apertar o cerco para se livrar dos jogadores que não fazem parte dos planos de Muricy Ramalho. Como o fato de mandar Fabrício, Cañete e Clemente Rodriguez treinarem em Cotia não surtiu o efeito esperado, a solução encontrada pela diretoria foi marcar todos os treinamentos do trio para as 8h da manhã.
Fabrício não resistiu nem sequer a uma semana e, enfim, topou deixar o Tricolor para jogar no Vasco. O volante, que morava no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, tinha de sair às 6h da manhã de casa para chegar a tempo no CT da base, no outro extremo da cidade.
Clemente e Cañete, que moram em um bairro vizinho ao CT da Barra Funda, perdem quase 1h30 para chegar a Cotia, que está a 47 quilômetros do Centro de São Paulo.

O presidente Carlos Miguel Aidar tem pressa em negociar os argentinos. E a conta é simples: com o salário deles, o Tricolor consegue pagar os R$ 350 mil mensais prometidos a Alan Kardec, o primeiro reforço contratado pelo novo mandatário.
Forcinha extra
O São Paulo também tem se esforçado para convencer Wellington a aceitar a proposta de empréstimo do Inter. Muricy Ramalho já deixou claro que o volante e Denilson estão fora dos planos para este ano.