Um atacante feliz da vida, identificado com a torcida, com valor de compra acertado em Portugal, e sem concorrentes. Esta era a situação confortável do Palmeiras, há cerca de dois meses. Carlos Miguel Aidar ainda nem era presidente do São Paulo.
Bastava sentar com Alan Kardec e acertar salários, situação que os envolvidos de ambos os lados acreditavam ser o mais simples. O Palmeiras fez suas contas e não conseguiu bater o martelo quando nenhum rival estava de olho no artilheiro, com dez gols neste ano.
A demora atraiu a concorrência. A situação que era confortável tornou-se extremamente complicada, de acordo com relatos de dirigentes importantes do Alviverde. O que custava 4 milhões de euros já custa 4,5 milhões. O salário que poderia ter sido de R$ 220 mil já chegou aos R$ 300 mil. E o desgaste torna o negócio mais complexo do que o simples: “paga tudo aí e fecha”.
O estafe de Kardec está claramente insatisfeito com quem demorou dias e dias numa negociação, enquanto que está feliz da vida com o rival que prontamente o atendeu. Cabe a Paulo Nobre, que criou o problema, resolvê-lo.
O Palmeiras tem duas saídas: contornar a crise com os representantes do atacante e abrir o bolso; ou passar vergonha. Pois se, depois de acertar com o Benfica, o Palmeiras perder seu artilheiro para um rival, não há outra palavra: vergonha.
Deu brecha para a concorrência. Agora, aguenta
por Thiago Salata
Fonte LanceNet!
26 de Abril de 2014
Avalie esta notícia:
95
6
VEJA TAMBÉM
- SANTOS OFERECE TROCA DE JOGADORES COM O SÃO PAULO PARA TER ARBOLEDA- São Paulo busca novo zagueiro após recusa de Domingos Duarte e consulta brasileiro na Alemanha
- Ele ta chegando? São Paulo chega a cordo e se aproxima de anúncio de craque!
- Brasil x Marrocos na estreia da Copa do Mundo!!! Confira onde assistir!
- São Paulo recebe propostas por Maik após afastamento e avalia saída do lateral
URGENTE! Dorival Júnior é o novo técnico do São Paulo