Quando o Coritiba esteve sob risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro do ano passado, o presidente do clube, Vilson Ribeiro de Andrade, virou alvo de ameaças de integrantes de torcidas organizadas do clube. O dirigente teve que se refugiar durante uma semana em Florianópolis, até esperar o pior passar - até a clínica da filha, médica, teve que ser fechada no período.
Nas primeiras semanas deste ano, quando o Cruzeiro cortou qualquer relação com as organizadas e as proibiu de usar os símbolos do clube, também houve ameaças. O presidente Gilvan de Pinho Tavares, passou a receber ameaças - e sua família também. O cartola teve que trocar todos os números de telefone, fixos e celulares.
Por terem passado por situações como essa, os presidentes de Curitiba e Cruzeiro tentam liderar entre os clubes uma reação contra as torcidas organizadas. Até agora, sem muito sucesso. Apenas o Palmeiras os apoia publicamente - o clube foi o primeiro dos grandes a romper com suas organizadas, há mais de um ano, por causa de agressões e intimidações ocorridas num aeroporto de Buenos Aires.
O atacante Fred também se manifestou - afirmou que tem medo de sair na rua. Nesta semana, em entrevista ao programa "Arena Sportv", o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, afirmou que em sua gestão (que apenas começa) não haverá nenhum tipo de subsídio a ingressos e viagens para as uniformizadas.
Dirigentes vítimas de organizadas tentam liderar reação dos clubes
Fonte Globo Esporte/Martín F
23 de Abril de 2014
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