Aidar e Marco Aurélio discutem por boicote e clima fica tenso no São Paulo
Homem forte da oposição era favorável à votação do projeto da cobertura, mas companheiros resolveram abdicar do voto; Situação estreme relação amistosa com novo presidente
Fonte LanceNet!
16 de Abril de 2014
Marco Aurélio e Aidar seguiam linha de respeito até esta quarta (Foto: Fatima Cristina)
Um dos encontros mais esperados da noite de eleição no São Paulo se deu em clima tenso. Principais nomes do pleito desta quarta-feira, Carlos Miguel Aidar, eleito sucessor de Juvenal Juvêncio, e Marco Aurélio Cunha, líder da oposição, se desentederam por conta do novo boicote à votação do projeto de cobertura do Morumbi.
O boicote foi liderado por Kalil Rocha Abdalla. Antes candidato da oposição à presidência, Kalil desistiu de concorrer para evitar a votação do projeto. E irritou Aidar.
- O São Paulo será a quarta arena por causa de vocês - disparou o situacionista, em conversa mais acalorada com Marco Aurélio Cunha, com referência aos novos estádios de Corinthians e Palmeiras.
Aidar chegou a comparar Marco com Roque Cittadini, ex-dirigente do Corinthians e que ganhou fama de falastrão. Marco tentou argumentar que era a favor da votação, mas Aidar o repeliu dizendo que havia visto entrevistas dele afirmando o contrário. Julio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing de Juvenal, também atacou o rival.
- É um desrespeito o que ele fez. Organiza o boicote para os outros não entrarem e depois chega para votar - disparou.
Aidar está eleito por ser candidato único e vai suceder Juvenal Juvêncio. O ex-presidente ficou oito anos no cargo, em três mandatos, o último em força de manobra articular por Aidar.
O projeto de votação da cobertura já tinha sido boicotado outrora pela oposição. A obra deve custar cerca de R$ 500 milhões, e a atual cúpula do São Paulo diz ter os parceiros para bancar a reforma. Para isso, porém, tem de passar a administração de um espaço para show que seria construído no Morumbi.
Um dos encontros mais esperados da noite de eleição no São Paulo se deu em clima tenso. Principais nomes do pleito desta quarta-feira, Carlos Miguel Aidar, eleito sucessor de Juvenal Juvêncio, e Marco Aurélio Cunha, líder da oposição, se desentederam por conta do novo boicote à votação do projeto de cobertura do Morumbi.
O boicote foi liderado por Kalil Rocha Abdalla. Antes candidato da oposição à presidência, Kalil desistiu de concorrer para evitar a votação do projeto. E irritou Aidar.
- O São Paulo será a quarta arena por causa de vocês - disparou o situacionista, em conversa mais acalorada com Marco Aurélio Cunha, com referência aos novos estádios de Corinthians e Palmeiras.
Aidar chegou a comparar Marco com Roque Cittadini, ex-dirigente do Corinthians e que ganhou fama de falastrão. Marco tentou argumentar que era a favor da votação, mas Aidar o repeliu dizendo que havia visto entrevistas dele afirmando o contrário. Julio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing de Juvenal, também atacou o rival.
- É um desrespeito o que ele fez. Organiza o boicote para os outros não entrarem e depois chega para votar - disparou.
Aidar está eleito por ser candidato único e vai suceder Juvenal Juvêncio. O ex-presidente ficou oito anos no cargo, em três mandatos, o último em força de manobra articular por Aidar.
O projeto de votação da cobertura já tinha sido boicotado outrora pela oposição. A obra deve custar cerca de R$ 500 milhões, e a atual cúpula do São Paulo diz ter os parceiros para bancar a reforma. Para isso, porém, tem de passar a administração de um espaço para show que seria construído no Morumbi.
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