[SPFC.Net] Ídolo de Juvenal, atacante ganha apelido de "Ademilson Juvêncio" no Tricolor
Fonte SPFC.Net
28 de Março de 2014
A dificuldade para marcar gols tem transformado Ademilson em um dos alvos da torcida são-paulina e da comissão técnica. Tanto que o atacante se tornou reserva ao longo do Paulistão. Mas ele conta com um fã incondicional no Morumbi: o presidente Juvenal Juvêncio.
A ponto de o garoto ser conhecido entre os dirigentes e conselheiros como “Ademilson Juvêncio”. “A gente brinca que só o Juvenal gosta dele”, reconhece o candidato à presidência do Tricolor, Carlos Miguel Aidar.
"Em outros tempos, o São Paulo teve o Lugano Portugal Gouveia, o Toninho Aidar, o Paulo Natel... Agora é a vez do Ademilson Juvêncio", prova Aidar.
No último domingo, quando Ademilson fez um dos gols na vitória sobre os reservas do Botafogo, o presidente saiu ligando para vários parceiros políticos. E falava sempre a mesma coisa: “viu o gol que o Ademilson marcou? Esse garoto é bom demais”.
Entre a diretoria, há o consenso de que Juvenal não se intromete na escalação do time, a ponto de impor a escalação de Ademilson para Muricy Ramalho. “Mas o treinador sabe da simpatia que o presidente tem pelo Ademilson. Aí, se precisa entrar alguém no segundo tempo, na dúvida, o técnico acaba pondo ele”, revela Aidar.
Ademilson é a menina dos olhos de Juvenal desde que estava nas categorias de base. Na época, o presidente dizia: “Está surgindo um menino com a habilidade do Lucas, mas com muito maior poder de fogo. Escrevam e me cobrem depois”.
O tempo passou, Ademilson chegou ao time principal, mas nunca decolou. Utilizado desde 2012, ele marcou míseros 13 gols em 86 partidas. Nesta temporada, são 16 jogos e três gols.
Ainda assim, Juvenal decidiu estender seu contrato no início deste mês e o atacante está vinculado ao clube até 24 de fevereiro de 2019. Nenhum jogador do São Paulo tem um contrato tão longo.
A ponto de o garoto ser conhecido entre os dirigentes e conselheiros como “Ademilson Juvêncio”. “A gente brinca que só o Juvenal gosta dele”, reconhece o candidato à presidência do Tricolor, Carlos Miguel Aidar.
"Em outros tempos, o São Paulo teve o Lugano Portugal Gouveia, o Toninho Aidar, o Paulo Natel... Agora é a vez do Ademilson Juvêncio", prova Aidar.
No último domingo, quando Ademilson fez um dos gols na vitória sobre os reservas do Botafogo, o presidente saiu ligando para vários parceiros políticos. E falava sempre a mesma coisa: “viu o gol que o Ademilson marcou? Esse garoto é bom demais”.
Entre a diretoria, há o consenso de que Juvenal não se intromete na escalação do time, a ponto de impor a escalação de Ademilson para Muricy Ramalho. “Mas o treinador sabe da simpatia que o presidente tem pelo Ademilson. Aí, se precisa entrar alguém no segundo tempo, na dúvida, o técnico acaba pondo ele”, revela Aidar.
Ademilson é a menina dos olhos de Juvenal desde que estava nas categorias de base. Na época, o presidente dizia: “Está surgindo um menino com a habilidade do Lucas, mas com muito maior poder de fogo. Escrevam e me cobrem depois”.
O tempo passou, Ademilson chegou ao time principal, mas nunca decolou. Utilizado desde 2012, ele marcou míseros 13 gols em 86 partidas. Nesta temporada, são 16 jogos e três gols.
Ainda assim, Juvenal decidiu estender seu contrato no início deste mês e o atacante está vinculado ao clube até 24 de fevereiro de 2019. Nenhum jogador do São Paulo tem um contrato tão longo.
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