Mesmo pouco conhecido no Brasil, o jogador foi contratado no início do ano e logo conquistou vaga na equipe titular.
Na mesma velocidade de seus chutes, o colombiano de 26 anos virou também um dos xodós da torcida tricolor. Agora, ele espera retribuir o carinho da torcida com uma bela atuação.

“Sei da rivalidade que existe entre os clubes, entre as torcidas. É um dos clássicos mais importantes do Brasil. Espero que a rivalidade fique apenas dentro de campo e oxalá os torcedores possam ir em paz, torcer por seus clubes e ver um grande espetáculo”, deseja o atacante do Tricolor.
Apesar de este ser o seu primeiro Majestoso, o colombiano está acostumado com clássicos. Inclusive, já brilhou em confrontos contra rivais na Colômbia e na Espanha.
“Eu me lembro de um clássico pelo Atlético Nacional contra o Independiente Medellin, quando vencemos por 3 a 1 e eu tive a felicidade de fazer dois gols. Também me sai bem jogando pelo Betis, quando empatamos por 3 a 3 com o Sevilha. Fiz um gol e dei uma assistência”, recorda-se Pabón.
Personalidade/ Tranquilo e humilde, o colombiano ainda pouco conhece de São Paulo. Morador do CT da Barra Funda, ele vive e respira o Tricolor.
Tropeçando no idioma, já fez amigos no clube e mostrou personalidade ao pedir a Rogério Ceni para cobrar um pênalti, contra o XV de Piracicaba.
Fez o gol e espera repetir a dose. Será que vai dar Pabón outra vez?