'Pensaria muito', diz Marco Aurélio sobre Pato
Ex-gerente de futebol do São Paulo diz que Jadson já é "um jogador pronto e maduro"
Fonte Band
7 de Março de 2014
Fernando Santos/Folhapress
Ex-gerente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha é hoje parte integrante do grupo de oposição ao presidente Juvenal Juvêncio. Uma das criticas que faz sobre a atual situação do clube é sobre a política de compra. Sobre a troca de Jadson por Pato, ele diz que “pensaria dez vezes antes de fazer esse negócio”.
“Eu pensaria dez vezes antes de fazer esse negócio ou teria que ter tirado muito mais vantagem, porque nós praticamente demos o Jadson para o Corinthians. Eu o considero um jogador pronto, maduro e que ainda tem mercado na Europa, apesar dos seus 29 anos. Podíamos ter pensando em outra coisa, aí justifica o negócio com a técnica do Pato e do que ele pode vir a fazer em dois anos pelo São Paulo. Vamos ver”, disse ele em entrevista ao “Esporte em Debate”, da Rádio Bandeirantes.
O caso do lateral esquerdo Clemente Rodriguez, que veio do Boca Junior no ano passado para o São Paulo também foi usado como exemplo de erro na gestão do futebol.
“Mudamos muito o jeito em lidar com jogadores. Por exemplo, o Amoroso. Quando ele saiu do clube foi porque queria um contrato de dois anos, mas sentamos e decidimos propor apenas um. Ele saiu até meio chateado, mas olha que fizemos isso com o Amoroso, que tanto fez pelo São Paulo, se com ele tivemos esse rigor não vamos ter também com um desconhecido?”, indagou.
O jogador argentino chegou ao clube com 33 anos e um contrato de dois. Antes de vir para o São Paulo estava em má fase no Boca e havia cogitado até encerrar a carreira.
Ex-gerente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha é hoje parte integrante do grupo de oposição ao presidente Juvenal Juvêncio. Uma das criticas que faz sobre a atual situação do clube é sobre a política de compra. Sobre a troca de Jadson por Pato, ele diz que “pensaria dez vezes antes de fazer esse negócio”.
“Eu pensaria dez vezes antes de fazer esse negócio ou teria que ter tirado muito mais vantagem, porque nós praticamente demos o Jadson para o Corinthians. Eu o considero um jogador pronto, maduro e que ainda tem mercado na Europa, apesar dos seus 29 anos. Podíamos ter pensando em outra coisa, aí justifica o negócio com a técnica do Pato e do que ele pode vir a fazer em dois anos pelo São Paulo. Vamos ver”, disse ele em entrevista ao “Esporte em Debate”, da Rádio Bandeirantes.
O caso do lateral esquerdo Clemente Rodriguez, que veio do Boca Junior no ano passado para o São Paulo também foi usado como exemplo de erro na gestão do futebol.
“Mudamos muito o jeito em lidar com jogadores. Por exemplo, o Amoroso. Quando ele saiu do clube foi porque queria um contrato de dois anos, mas sentamos e decidimos propor apenas um. Ele saiu até meio chateado, mas olha que fizemos isso com o Amoroso, que tanto fez pelo São Paulo, se com ele tivemos esse rigor não vamos ter também com um desconhecido?”, indagou.
O jogador argentino chegou ao clube com 33 anos e um contrato de dois. Antes de vir para o São Paulo estava em má fase no Boca e havia cogitado até encerrar a carreira.
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