Maicon vê elenco são-paulino maduro e fim do 'biquinho'
No início do ano, meia cobrou profissionalismo de seus companheiro
Fonte Estadão
28 de Fevereiro de 2014
Alex Silva/Estadão
Em uma de suas primeiras entrevistas de 2014, Maicon cobrou uma mudança de postura dos companheiros e disse que os jogadores do São Paulo precisavam ser mais unidos e não ficar com "biquinho" caso não começassem os jogos como titulares. Dois meses depois, o meia vê o elenco com uma postura diferente do ano passado e acredita que todos entenderam que é preciso trabalhar como grupo para alcançar os objetivos. O "biquinho" dos jogadores que não aceitavam ir para o banco, acredita, ficou para trás.
"Cada um tem sua forma de pensar e responder, mas temos que formar um grupo forte, só assim é que vamos para frente. Quem está fora precisa treinar forte para corresponder quando for necessário. As pessoas entenderam isso", afirmou o jogador.
Maicon talvez seja um dos mais indicados para falar sobre o assunto. Entrar e sair do time é uma rotina desde que chegou ao clube, em 2011, mas ele nunca reclamou e trocou a cara feia pelo trabalho, fato que cativou todos os treinadores e sempre garantiu presença constante na equipe.
"Tem um grupo de 28 jogadores, só podem jogar 11. Todo mundo treina durante a semana e o técnico escolhe. Quem fica fora, precisa treinar, respeitar o companheiro e, a hora que tiver chance, aproveitar. Ninguém gosta de ficar na reserva. Joguei seis partidas, fiquei fora de dois jogos e depois voltei e joguei mais três. Não adianta ficar no cantinho, de biquinho, fazendo panelinha. Isso agora não está acontecendo."
Em uma de suas primeiras entrevistas de 2014, Maicon cobrou uma mudança de postura dos companheiros e disse que os jogadores do São Paulo precisavam ser mais unidos e não ficar com "biquinho" caso não começassem os jogos como titulares. Dois meses depois, o meia vê o elenco com uma postura diferente do ano passado e acredita que todos entenderam que é preciso trabalhar como grupo para alcançar os objetivos. O "biquinho" dos jogadores que não aceitavam ir para o banco, acredita, ficou para trás.
"Cada um tem sua forma de pensar e responder, mas temos que formar um grupo forte, só assim é que vamos para frente. Quem está fora precisa treinar forte para corresponder quando for necessário. As pessoas entenderam isso", afirmou o jogador.
Maicon talvez seja um dos mais indicados para falar sobre o assunto. Entrar e sair do time é uma rotina desde que chegou ao clube, em 2011, mas ele nunca reclamou e trocou a cara feia pelo trabalho, fato que cativou todos os treinadores e sempre garantiu presença constante na equipe.
"Tem um grupo de 28 jogadores, só podem jogar 11. Todo mundo treina durante a semana e o técnico escolhe. Quem fica fora, precisa treinar, respeitar o companheiro e, a hora que tiver chance, aproveitar. Ninguém gosta de ficar na reserva. Joguei seis partidas, fiquei fora de dois jogos e depois voltei e joguei mais três. Não adianta ficar no cantinho, de biquinho, fazendo panelinha. Isso agora não está acontecendo."
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