Recém-chegado ao Brasil, lateral do São Paulo descarta opinar sobre greve
Fonte Folha de S. Paulo
4 de Fevereiro de 2014
Recém-chegado ao Brasil, o uruguaio Alvaro Pereira lamentou a invasão de torcedores ao centro de treinamento do Corinthians, ocorrido na manhã de sábado, e disse que esse não é o "caminho correto" para reclamar do time.
"Nenhum trabalhador gostaria de ter seu ambiente de trabalho invadido e ser criticado daquela maneira. Eu me coloco no lugar deles como ser humano", declarou o lateral esquerdo do São Paulo em entrevista coletiva após o treino desta terça-feira.
Além de agredir Paolo Guerrero e uma funcionária do clube, os torcedores corintianos furtaram três celulares e um rádio, depredaram dois carros e quebraram uma porta de vidro do CT Joaquim Grava.
Antes de deixarem o local, exigiram conversar com um representante do elenco alvinegro. Em nome do grupo, Mano Menezes se reuniu com cinco dos invasores.
Devido ao ocorrido, representantes do movimento Bom Senso F.C. tentam articular uma paralisação da rodada do final de semana do Campeonato Paulista, como forma de protesto.
Por estar há pouco tempo no país, Alvaro Pereira preferiu não se aprofundar no assunto.
"Cheguei ao Brasil há duas semana. Não posso falar em fazer greve ou não, isso não me corresponde. Seria até atrevido da minha parte dizer. Sou um estrangeiro, não sei qual seria a medida justa", ponderou.
O lateral, entretanto, afirmou que caso seus companheiros de equipe resolvam aderir à paralisação, poderão contar com seu apoio.
"Se os jogadores do São Paulo decidirem fazer greve, eu tenho que fazer. Preciso pensar como um time."
"Nenhum trabalhador gostaria de ter seu ambiente de trabalho invadido e ser criticado daquela maneira. Eu me coloco no lugar deles como ser humano", declarou o lateral esquerdo do São Paulo em entrevista coletiva após o treino desta terça-feira.
Além de agredir Paolo Guerrero e uma funcionária do clube, os torcedores corintianos furtaram três celulares e um rádio, depredaram dois carros e quebraram uma porta de vidro do CT Joaquim Grava.
Antes de deixarem o local, exigiram conversar com um representante do elenco alvinegro. Em nome do grupo, Mano Menezes se reuniu com cinco dos invasores.
Devido ao ocorrido, representantes do movimento Bom Senso F.C. tentam articular uma paralisação da rodada do final de semana do Campeonato Paulista, como forma de protesto.
Por estar há pouco tempo no país, Alvaro Pereira preferiu não se aprofundar no assunto.
"Cheguei ao Brasil há duas semana. Não posso falar em fazer greve ou não, isso não me corresponde. Seria até atrevido da minha parte dizer. Sou um estrangeiro, não sei qual seria a medida justa", ponderou.
O lateral, entretanto, afirmou que caso seus companheiros de equipe resolvam aderir à paralisação, poderão contar com seu apoio.
"Se os jogadores do São Paulo decidirem fazer greve, eu tenho que fazer. Preciso pensar como um time."
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