Acabou o ano para o São Paulo. O balanço de 2013 iniciou após a última quarta-feira (27). Os erros de planejamento, muitos, culminaram na pior temporada da história, em tudo. O pior presidente da história (2011 - 2014), o pior diretor de futebol (Adalberto Baptista) e os piores cartolas concretizaram tal feito no Clube detentor das maiores conquistas deste país.
Caímos da Ponte, mas não caímos em 2013. Pedaços do nosso estádio também não. Ao menos, o que passamos em nada se compara aos rivais que já foram rebaixados e protagonizaram escândalos jamais imaginados como possíveis em seus piores anos. Roubos, corrupção, polícia federal, pedofilia nas categorias de base, crimes, notas frias... O São Paulo precisa continuar sendo diferente e distante de tudo isso.
Temos a fé de que nunca mais passaremos por tantas tristezas e frustrações. O aprendizado de numerosas derrotas ficará registrado para sempre nas crônicas Tricolores das três cores mais belas do mundo para, jamais, presenciarmos tantas decepções. É o que uma torcida que deu grandíssimo espetáculo neste ano almeja.
Aos que estão hostilizando Muricy Ramalho, não protejam os verdadeiros culpados que estão em suas suntuosas salas. Não façam uma blindagem consciente ou inconsciente dos maiores algozes. Muricy operou um milagre em um time desprovido e sem alma vencedora. Parabéns Muriçoca, por seus 58 anos de vida. Desses, 17 dedicados ao São Paulo.

2013, adeus. Bye Bye ano de tantas tristezas. Que venha 2014 para o São Paulo voltar a ser aquele Clube temido por todos. Mas, sabiam que o planejamento do próximo ano está atrasado, porque a diretoria estava esperando o resultado da Sulamericana? Precisamos de, no mínimo, dois zagueiros, dois volantes e dois atacantes de nível SPFC.
Resta-nos terminar o Brasileirão-2013 com dignidade. Enfrentaremos hoje o Criciúma que não perde há cinco rodadas na briga contra o rebaixamento. Os catarinenses possuem a pior defesa da competição. Escalação para vencê-los: Rogério Ceni; Toloi, Rodrigo Caio e Antônio Carlos; Douglas, João Shmidt, Maicon e Reinaldo; Ganso; Welliton e Luís Fabiano.
P.S. Agora que o momento é péssimo no futebol, os carrascos de 2013 reforçam o tema da cobertura do Morumbi. Mesma tática utilizada ao final da década de 80, quando o excelente time do São Paulo foi rapidamente desmantelado e mergulhou em seguidas crises no futebol. Após tantas conversas, acreditaremos quando sair do papel. A novela que estamos presenciando lembra aquela do telão do Morumbi no padrão NFL, aguardado há 25 anos.

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