"Prejudicado" em 2005, Cocito reclama de ''antipatia'' do São Paulo

Ex-volante do Atlético-PR lembra final da Libertadores e afirma que proibição do Moisés Lucarelli piora a imagem do Tricolor Paulista

Fonte Fox Sports
Campeão Brasileiro de 2001 com a camisa do Atlético-PR, o ex-volante Cocito demonstra ainda não ter engolido a derrota para o São Paulo na final da Libertadores de 2005. Considerando aquela decisão como “a maior decepção” de sua carreira, o atual diretor de futebol do Batatais FC aponta a proibição da Arena da Baixada como um dos fatores que levaram ao revés do time. Para ele, a atitude do Tricolor Paulista de pedir que o estádio fosse vetado por conta da capacidade abaixo da permitida pela Conmebol só ajuda a criar “uma antipatia ainda maior”.
Na Libertadores de 2005, a primeira partida da final precisou ser disputada no Beira-Rio, casa do Internacional. Na ocasião, Atlético-PR e São Paulo ficaram no empate por 1 a 1. Na segunda partida, disputada no Morumbi, o Tricolor Paulista fez 4 a 0 e saiu de campo com o título da competição continental.
Depois de oito anos, um caso semelhante voltou a acontecer envolvendo o São Paulo. A segunda partida da semifinal da Copa TOTAL Sul-Americana será disputada no Estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim, pois o Tricolor Paulista entrou com um pedido junto a Conmebol para proibir a realização da partida no Moisés Lucarelli, casa da rival Ponte Preta. Segundo laudo apresentado à entidade, o estádio não tem capacidade mínima para 20 mil torcedores, número exigido para uma partida desta fase da competição.
“Eles fazem o máximo para cumprir o regulamento, mas sempre fica essa dúvida (se teriam sido campeões jogando na Arena da Baixada). Não sou só eu que digo, todos dizem, só não dizem os são-paulinos. Se o time é bom, tem potencial, joga em qualquer lugar. Isso só cria uma antipatia ainda maior. Qual o problema de jogar no Moisés Lucarelli? Não tem problema algum. Não está jogando em qualquer campinho de várzea. Era a Arena da Baixada, é o Moisés Lucarelli, agora. São dois campos que suportam tranquilamente qualquer decisão”, criticou Cocito, em entrevista exclusiva ao FOXSports.com.br.
Para o ex-volante, o São Paulo não precisaria se preocupar em jogar na casa do adversário, pois a torcida “mais ajuda o time da casa do que assusta o rival”. “Já tive a oportunidade de jogar no Monumental de Nuñez, contra o River Plate, com 60 mil pessoas. Não senti tanta pressão. Nós sabemos que os torcedores adversários não vão pular em campo, não vão nos matar, não vão bater na gente”, explicou.
Enquanto o ex-time de Cocito entra em campo contra o Flamengo, pela final da Copa do Brasil, o São Paulo irá a Mogi Mirim tentar reverter a vantagem de 3 a 1 da Ponte Preta, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A decisão nacional você acompanha ao vivo no FOX Sports, a partir das 21h45. Já o duelo continental terá transmissão ao vivo do FX, a partir das 21h30.
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