São Paulo terá reunião no dia 17 de dezembro para aprovar cobertura
Conselho analisa minutas dos contratos para obra, que só terá início após a captação dos R$ 408 milhões, e contará com dois estacionamentos em vez de hotel
Fonte Globoesporte.com
26 de Novembro de 2013
O próximo passo para a construção da cobertura do estádio do Morumbi deverá ser dado no próximo dia 17 de dezembro. O Conselho do São Paulo tem até essa data para analisar as minutas dos contratos relativos à obra. Será realizada, então, uma reunião para aprovação das assinaturas dos compromissos com a Andrade & Gutierrez, construtora responsável.
Há algumas peculiaridades no acordo da cobertura, que foi anunciada há quase dois anos no salão nobre do Morumbi, mas desde então estava emperrada por emissões de laudos e permissões do poder público. Uma delas é que a obra só vai começar depois que todo dinheiro estiver captado. Ela está estimada em R$ 408 milhões.
Será aberto um plano a 50 investidores, mas apenas 20 farão parte efetivamente do projeto. O São Paulo alega que as conversas com tais empresas já foram iniciadas. Juvenal Juvêncio não quer correr o risco de ter de paralisar a obra por falta de dinheiro. O clube também aproveita para citar como exemplo, em tom de ironia, o fato de o estádio do Corinthians estar com 94% de suas obras concluídas mesmo antes do empréstimo do BNDES.
O valor atual é mais alto do que o divulgado inicialmente, cerca de R$ 300 milhões. De acordo com a diretoria, deve-se a uma alteração no projeto. O hotel que seria construído na região do portão 17 foi vetado pela prefeitura. Ele comprometeria a fachada do estádio. Em seu lugar, o São Paulo acrescentou dois estacionamentos com vagas para dois mil carros. No entanto, eles ainda precisam da liberação da prefeitura.
Como já divulgou o blog Bastidores F.C., o Morumbi deverá ficar fechado por cerca de oito meses na parte final da obra, que o São Paulo estima ser entre o fim de 2014 e o início de 2015. Juvenal não quer prejudicar a reforma, tampouco que os jogos da equipe sejam realizados em um visual que sugira caos. A ideia do clube é usar o Pacaembu neste período.
Recentemente, o candidato da situação à presidência na eleição de abril do ano que vem, Carlos Miguel Aidar, foi consultado sobre o projeto e deu o aval para que ele continuasse.
Há algumas peculiaridades no acordo da cobertura, que foi anunciada há quase dois anos no salão nobre do Morumbi, mas desde então estava emperrada por emissões de laudos e permissões do poder público. Uma delas é que a obra só vai começar depois que todo dinheiro estiver captado. Ela está estimada em R$ 408 milhões.
Será aberto um plano a 50 investidores, mas apenas 20 farão parte efetivamente do projeto. O São Paulo alega que as conversas com tais empresas já foram iniciadas. Juvenal Juvêncio não quer correr o risco de ter de paralisar a obra por falta de dinheiro. O clube também aproveita para citar como exemplo, em tom de ironia, o fato de o estádio do Corinthians estar com 94% de suas obras concluídas mesmo antes do empréstimo do BNDES.
O valor atual é mais alto do que o divulgado inicialmente, cerca de R$ 300 milhões. De acordo com a diretoria, deve-se a uma alteração no projeto. O hotel que seria construído na região do portão 17 foi vetado pela prefeitura. Ele comprometeria a fachada do estádio. Em seu lugar, o São Paulo acrescentou dois estacionamentos com vagas para dois mil carros. No entanto, eles ainda precisam da liberação da prefeitura.
Como já divulgou o blog Bastidores F.C., o Morumbi deverá ficar fechado por cerca de oito meses na parte final da obra, que o São Paulo estima ser entre o fim de 2014 e o início de 2015. Juvenal não quer prejudicar a reforma, tampouco que os jogos da equipe sejam realizados em um visual que sugira caos. A ideia do clube é usar o Pacaembu neste período.
Recentemente, o candidato da situação à presidência na eleição de abril do ano que vem, Carlos Miguel Aidar, foi consultado sobre o projeto e deu o aval para que ele continuasse.
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