Dirigentes de São Paulo e Ponte discutem antes de reunião do Ministério Público
por Da equipe da De Prima
Fonte Lancenet
18 de Novembro de 2013
Marcio Della Volpe, presidente da Ponte Preta, e José Francisco Manssur, assessor especial da presidência do São Paulo, discutiram nesta segunda-feira à tarde, momentos antes da audiência no Ministério Público para a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta com os clubes paulistas, que a partir de 2014 vão ajudar no controle e monitoramento das torcidas organizadas nos estádios.
O tema da discussão foi o veto do Moisés Lucarelli, em Campinas, para o jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana. Como o estádio tem capacidade para 18.676 torcedores – menos do que os 20 mil exigidos pela Conmebol, o clube campineiro terá de jogar fora de casa.
Em entrevista à De Prima, Della Volpe confirmou que houve uma discussão. Mas ele negou que tenha sido uma debate mais agressivo.
- Na verdade, nós tivemos um debate de ideias. Cada um defendeu a sua posição, mas ninguém passou do limite – declarou.
O presidente pontepretano veio até São Paulo para conversar com Roberto Senise Lisboa, promotor de Justiça do Consumidor de São Paulo. O dirigente foi cobrar do Ministério Público o veto do Moisés Lucarelli. Na conversa, Senise declarou que não poderia fazer nada para ajudar, já que a decisão foi tomada pela Conmebol.
O tema da discussão foi o veto do Moisés Lucarelli, em Campinas, para o jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana. Como o estádio tem capacidade para 18.676 torcedores – menos do que os 20 mil exigidos pela Conmebol, o clube campineiro terá de jogar fora de casa.
Em entrevista à De Prima, Della Volpe confirmou que houve uma discussão. Mas ele negou que tenha sido uma debate mais agressivo.
- Na verdade, nós tivemos um debate de ideias. Cada um defendeu a sua posição, mas ninguém passou do limite – declarou.
O presidente pontepretano veio até São Paulo para conversar com Roberto Senise Lisboa, promotor de Justiça do Consumidor de São Paulo. O dirigente foi cobrar do Ministério Público o veto do Moisés Lucarelli. Na conversa, Senise declarou que não poderia fazer nada para ajudar, já que a decisão foi tomada pela Conmebol.
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