EXCLUSIVO: Cañete volta ao Tricolor com moral baixo – Por Layla Reis
Fonte SPFC.Net
18 de Novembro de 2013
Cañete jogou apenas 16 partidas pela Lusa e fez dois gols
Passou praticamente despercebido dos noticiários, mas Cañete foi devolvido pela Portuguesa ao São Paulo no início de novembro. O contrato de empréstimo do argentino só terminaria em 31 de dezembro, mas a Lusa preferiu rescindi-lo porque se decepcionou com o meia.
“O Cañete é muito preguiçoso. Não quer saber de nada”, acusa Luís Iaúca, assessor da presidência da Portuguesa. No Canindé desde maio, o meia disputou 16 partidas no Brasileirão, a maioria na condição de reserva, e marcou somente dois gols.
Em outubro, Cañete sequer foi relacionado para o banco de reservas. “Ele não se dedicava nos treinos, abusava da noite e vivia alegando que estava contundido. Não queremos ver mais ele no Canindé. Nem se for pintado de ouro”, acrescenta o dirigente rubro-verde.
A relação entre Lusa e Cañete foi conturbada desde o começo. No acerto com o São Paulo, ficou combinado que caberia à Portuguesa pagar metade do seu salário, ou seja, R$ 70 mil. O problema é que o clube não depositou qualquer dos cinco meses – o Tricolor teve de pagar a parte da Lusa, para não correr o risco de perdê-lo na Justiça.
Agora, quando adquiriu Luís Ricardo, o São Paulo conseguiu abater em R$ 400 mil o valor da negociação (pagou R$ 1,6 milhão, em vez de R$ 2 milhões), exatamente por ter adiantado o dinheiro dos salários de Cañete.
Sem espaço – O empréstimo de Cañete à Lusa foi a forma que o Tricolor encontrou para tentar recuperar um jogador que já andava sem moral no Morumbi. O fracasso do argentino no Canindé só complica as chances do meia de 23 anos, revelado pelo Boca Juniors.
A tendência é que o São Paulo tente vender Cañete no final deste ano para algum clube da América do Sul. E o presidente Juvenal Juvêncio reconhece que dificilmente vai recuperar os R$ 4,5 milhões investidos em sua compra, em 2011.
Pelo Tricolor, Cañete tem apenas um gol e um histórico grande de lesões. Ele chegou a ficar 13 meses se recuperando de uma contusão.
Passou praticamente despercebido dos noticiários, mas Cañete foi devolvido pela Portuguesa ao São Paulo no início de novembro. O contrato de empréstimo do argentino só terminaria em 31 de dezembro, mas a Lusa preferiu rescindi-lo porque se decepcionou com o meia.
“O Cañete é muito preguiçoso. Não quer saber de nada”, acusa Luís Iaúca, assessor da presidência da Portuguesa. No Canindé desde maio, o meia disputou 16 partidas no Brasileirão, a maioria na condição de reserva, e marcou somente dois gols.
Em outubro, Cañete sequer foi relacionado para o banco de reservas. “Ele não se dedicava nos treinos, abusava da noite e vivia alegando que estava contundido. Não queremos ver mais ele no Canindé. Nem se for pintado de ouro”, acrescenta o dirigente rubro-verde.
A relação entre Lusa e Cañete foi conturbada desde o começo. No acerto com o São Paulo, ficou combinado que caberia à Portuguesa pagar metade do seu salário, ou seja, R$ 70 mil. O problema é que o clube não depositou qualquer dos cinco meses – o Tricolor teve de pagar a parte da Lusa, para não correr o risco de perdê-lo na Justiça.
Agora, quando adquiriu Luís Ricardo, o São Paulo conseguiu abater em R$ 400 mil o valor da negociação (pagou R$ 1,6 milhão, em vez de R$ 2 milhões), exatamente por ter adiantado o dinheiro dos salários de Cañete.
Sem espaço – O empréstimo de Cañete à Lusa foi a forma que o Tricolor encontrou para tentar recuperar um jogador que já andava sem moral no Morumbi. O fracasso do argentino no Canindé só complica as chances do meia de 23 anos, revelado pelo Boca Juniors.
A tendência é que o São Paulo tente vender Cañete no final deste ano para algum clube da América do Sul. E o presidente Juvenal Juvêncio reconhece que dificilmente vai recuperar os R$ 4,5 milhões investidos em sua compra, em 2011.
Pelo Tricolor, Cañete tem apenas um gol e um histórico grande de lesões. Ele chegou a ficar 13 meses se recuperando de uma contusão.
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