Depois de conseguir que a Conmebol vetasse o Moisés Lucarelli, em Campinas, como palco da segunda partida da semifinal da Copa Sul-Americana contra a Ponte Preta, a diretoria do São Paulo tentará fazer com que o jogo também não aconteça em Mogi Mirim.
O clube alega que o estádio Romildo Vitor Ferreira, segunda opção da Ponte para o encontro do dia 27 de novembro, também não tem a capacidade mínima de 20 mil pessoas exigida pela entidade para essa fase da competição.
Dois dos três laudos disponíveis no site da FPF (Federação Paulista de Futebol) mostram a arena de Mogi Mirim sem condições para a partida.
A vistoria da engenharia aponta capacidade de 19.570 torcedores. O laudo de segurança, 19.900. Apenas o do Corpo de Bombeiros mostra aptidão para mais de 20 mil pessoas (20.579).
Ao contrário da Ponte, o São Paulo já foi avisado pela Conmebol que a partida não será no Moisés Lucarelli, a tradicional casa da equipe campineira.
O veto ao estádio é uma vitória política da equipe paulistana. Apesar de ter capacidade de público inferior à exigida, ele foi usado pela Ponte normalmente nas oitavas e quartas de final da competição.
"O São Paulo é um clube legalista e intransigente em relação a regulamentos. Também tínhamos uma preocupação especial quanto à segurança", disse o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes.
São Paulo também tenta impedir semifinal em Mogi Mirim, plano B da Ponte Preta
Fonte Folha de S.Paulo
16 de Novembro de 2013
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