Em Itu, São Paulo e Flamengo têm confronto sem grandes pretensões
Fonte Gazeta Esportiva
13 de Novembro de 2013
Wellington deve começar entre os titulares do São Paulo, no lugar de Maicon, poupado pela sequência
Sobram ingredientes para que a partida desta quarta-feira, entre São Paulo e Flamengo, fosse interessante. São dois dois maiores times do futebol nacional, semifininalista da Copa Sul-americana e finalista da Copa do Brasil respectivamente, que vão se enfrentar em um estádio cheio. Mas, na prática, há poréns: eles não nutrem maiores expectativas no Campeonato Brasileiro e nem jogarão em um grande centro, mas em Itu.
Marcada para 21h50 (de Brasília), a partida foi tirada do Morumbi por punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ao clube paulista, em decorrência de incidentes com torcedores no clássico contra o Corinthians. Pelo regulamento, é obrigatório que o novo estádio fique localizado a mais de 100 km da capital paulista, e a diretoria optou pelo Novelli Júnior.
Lá, pelo menos, haverá bom público. A carga total de mais de 18 mil ingressos se esgotou rapidamente, no começo da semana. Além disso, há um tabu favorável. Já são 20 anos sem ser derrotado naquele estádio. O último tropeço são-paulino foi em 16 de abril de 1993, quando o Ituano venceu por 1 a 0. Desde então, foram cinco vitórias e dois empates.
"Isso é mais fora de campo, mas sempre que um time grande joga em estádios mais afastados, a torcida lota e ajuda bastante. Não vai ser diferente agora. Vamos jogar com apoio do começo ao fim e tentaremos manter essa invencibilidade", diz o atacante Ademilson, que, desta vez, terá a companhia de Luis Fabiano - Aloísio sentiu dores musculares na coxa esquerda e foi vetado.
Essa é uma das duas mudanças previstas em relação à equipe que foi derrotada na rodada passada pelo Atlético-PR, ocasião em que Muricy Ramalho deu a entender que pouparia boa parte dos jogadores. Em vez disso, o treinador deve usar novamente o que tem de melhor à disposição - com exceçao do meia Maicon, que ficará no banco de reservas - e preservar o elenco no fim de semana, antes da primeira semfinal da Sul-americana, contra a Ponte Preta.
No Flamengo, que soma um ponto a menos (45 contra 46) e também olha para o confronto com pouco interesse, a disputa paralela da Copa do Brasil pode ser usada como motivação, na opinião do técnico Jayme de Almeida.
"Nós temos que usar essa partida para começarmos a preparar a equipe que vai disputar a decisão contra o Atlético-PR. Para dar ritmo aos atletas e projetar aquilo que desejamos nos jogos decisivos", disse o treinador, ciente de que, no ano passado, o Coritiba foi rebaixado para a segunda divisão nacional com a pontuação que tem hoje o Flamengo.
Como pretende dar ritmo ao time de olho no torneio mata-mata (que, assim como a Sul-americana, dá vaga na próxima edição da Libertadores), Jayme de Almeida não deverá preservar nenhum jogador, ao contrário do que fez no fim de semana, no empate por 1 a 1 com o Goiás, quando mandou a campo uma equipe mista.
Sobram ingredientes para que a partida desta quarta-feira, entre São Paulo e Flamengo, fosse interessante. São dois dois maiores times do futebol nacional, semifininalista da Copa Sul-americana e finalista da Copa do Brasil respectivamente, que vão se enfrentar em um estádio cheio. Mas, na prática, há poréns: eles não nutrem maiores expectativas no Campeonato Brasileiro e nem jogarão em um grande centro, mas em Itu.
Marcada para 21h50 (de Brasília), a partida foi tirada do Morumbi por punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ao clube paulista, em decorrência de incidentes com torcedores no clássico contra o Corinthians. Pelo regulamento, é obrigatório que o novo estádio fique localizado a mais de 100 km da capital paulista, e a diretoria optou pelo Novelli Júnior.
Lá, pelo menos, haverá bom público. A carga total de mais de 18 mil ingressos se esgotou rapidamente, no começo da semana. Além disso, há um tabu favorável. Já são 20 anos sem ser derrotado naquele estádio. O último tropeço são-paulino foi em 16 de abril de 1993, quando o Ituano venceu por 1 a 0. Desde então, foram cinco vitórias e dois empates.
"Isso é mais fora de campo, mas sempre que um time grande joga em estádios mais afastados, a torcida lota e ajuda bastante. Não vai ser diferente agora. Vamos jogar com apoio do começo ao fim e tentaremos manter essa invencibilidade", diz o atacante Ademilson, que, desta vez, terá a companhia de Luis Fabiano - Aloísio sentiu dores musculares na coxa esquerda e foi vetado.
Essa é uma das duas mudanças previstas em relação à equipe que foi derrotada na rodada passada pelo Atlético-PR, ocasião em que Muricy Ramalho deu a entender que pouparia boa parte dos jogadores. Em vez disso, o treinador deve usar novamente o que tem de melhor à disposição - com exceçao do meia Maicon, que ficará no banco de reservas - e preservar o elenco no fim de semana, antes da primeira semfinal da Sul-americana, contra a Ponte Preta.
No Flamengo, que soma um ponto a menos (45 contra 46) e também olha para o confronto com pouco interesse, a disputa paralela da Copa do Brasil pode ser usada como motivação, na opinião do técnico Jayme de Almeida.
"Nós temos que usar essa partida para começarmos a preparar a equipe que vai disputar a decisão contra o Atlético-PR. Para dar ritmo aos atletas e projetar aquilo que desejamos nos jogos decisivos", disse o treinador, ciente de que, no ano passado, o Coritiba foi rebaixado para a segunda divisão nacional com a pontuação que tem hoje o Flamengo.
Como pretende dar ritmo ao time de olho no torneio mata-mata (que, assim como a Sul-americana, dá vaga na próxima edição da Libertadores), Jayme de Almeida não deverá preservar nenhum jogador, ao contrário do que fez no fim de semana, no empate por 1 a 1 com o Goiás, quando mandou a campo uma equipe mista.
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