São Paulo pressiona Conmebol para tirar de Campinas jogo contra Ponte

Tricolor pede que entidade cumpra o regulamento para impedir a Macaca de jogar em casa no confronto válido pelas semifinais da Sul-Americana

Fonte Globo Esporte
Moisés Lucarelli, estádio da Ponte Preta (Foto: Carlos Velardi / EPTV)
São Paulo e Ponte Preta travam nos bastidores uma briga sobre o local do segundo jogo das semifinais da Copa Sul-Americana, marcado para o dia 27 de novembro. A diretoria do Tricolor alega que o estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, não tem segurança adequada para abrigar a partida que decidirá um dos finalistas do segundo mais importante torneio organizado pela Conmebol.
Na última semana, o Tricolor enviou à entidade um ofício solicitando a troca do palco. O clube se apega ao regulamento, que prevê uma capacidade mínima de 20 mil pessoas. Segundo laudo apresentado pela Macaca à Federação Paulista de Futebol para a disputa do estadual, o Majestoso pode abrigar apenas 16,9 mil.
– O que chamamos atenção é que o regulamento dispõe uma obrigatoriedade, e o laudo oficial da Federação Paulista mostra que o estádio tem um público menor. Sabemos que em jogos em São Paulo a rivalidade é grande. Nossa preocupação é com a segurança. Não queremos que outros problemas fora do gramado possam acontecer. O São Paulo sempre é cobrado pelo regulamento. O São Paulo quer que o regulamento seja seguido – afirmou o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes.
Do lado da Ponte Preta, o argumento é que foi feito um redimensionamento pelo Corpo de Bombeiros de Campinas, em setembro, seguindo as novas regras de segurança nos estádios, que aumentou a capacidade total para 27.946 pessoas, entre torcedores, policiais militares, funcionários. O São Paulo rebate dizendo que o que importa é o número de ingressos colocados à venda. Neste ponto, a Macaca também tem a resposta na ponta da língua.
Segundo a diretoria alvinegra, contra Deportivo Pasto e Vélez Sarsfield, pela Sul-Americana, por exemplo, já foi reservado um número de bilhetes superior a 20 mil – 20,9 mil, mais precisamente, entre bilhetes comercializados e lugares destinados a sócios-torcedores.
– É um problema da Conmebol. Ela tem de avaliar. Jogamos na Colômbia e só temos de elogiar a estrutura do estádio, a postura das autoridades colombianas. Como sentimos falta de um posicionamento mais firme no Brasil, a falta de uma legislação, queremos que o regulamento vigore – acrescentou o dirigente são-paulino.
Em 2005, em manobra semelhante, o São Paulo conseguiu tirar da Arena da Baixada e levar para o Beira-Rio o primeiro jogo da decisão da Taça Libertadores, diante do Atlético-PR. A briga não foi esquecida até hoje pelos atleticanos. No domingo, antes e durante a partida pelo Campeonato Brasileiro, os torcedores paranaenses gritavam a todo instante “São Paulo, c..., fugiu do caldeirão!”.
A relação entre São Paulo e Ponte Preta, aliás, não é das melhores. O clube de Campinas acusa o Tricolor de aliciar o goleiro Lucão, de apenas 15 anos. O jogador defendia a Macaca desde os 11 anos e, como não pôde assinar contrato profissional em virtude da idade, acabou se transferindo para o Tricolor sem custos.
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