Dificuldades na saída de bola preocupam
por Bruno Rodrigues
Fonte Lancenet
3 de Novembro de 2013
Muricy Ramalho sempre justificou sua opção por Denilson e Maicon entre os titulares pelo fato de os dois “tratarem bem a bola”. Diante da Portuguesa, porém, o que menos se viu por parte da dupla foi cuidado com a bola. Especialmente na saída à frente da área. Dispersos, erraram demais e prejudicaram o princípio das jogadas.
Ainda, ganharam a companhia de Rodrigo Caio, que assim como na última quarta-feira, contra o Atlético Nacional (COL), quando um erro grotesco seu custou um dos gols colombianos, abusou do nervosismo e teve problemas com a troca de passes na defesa.
Ao perceber a dificuldade do sistema defensivo são-paulino, Guto Ferreira adiantou a marcação da Lusa, que passou a pressionar o Tricolor em seu próprio campo.
Essa pressão, inclusive, foi uma espécie de “aperitivo” do que o São Paulo deverá encontrar em Medellín para o duelo de volta pela Copa Sul-Americana. Com a necessidade de buscar o primeiro gol, o Nacional provavelmente jogará com as linhas adiantadas em busca da recuperação da posse de bola o mais rápido possível.
BOLA PARADA FORTE
Se a vitória no torneio continental foi construída em boa parte pela força da bola parada, contra a Lusa o São Paulo levou novamente muito perigo ao gol adversário no quesito. Além do gol de Rodrigo Caio, que saiu após cruzamento preciso de Douglas, o camisa 23 cobrou bons escanteios que foram até mal aproveitados pelo ataque são-paulino.
Marca registrada dos times de Muricy, o jogo aéreo tem sido arma importante da equipe nessa recuperação no segundo semestre.
Ainda, ganharam a companhia de Rodrigo Caio, que assim como na última quarta-feira, contra o Atlético Nacional (COL), quando um erro grotesco seu custou um dos gols colombianos, abusou do nervosismo e teve problemas com a troca de passes na defesa.
Ao perceber a dificuldade do sistema defensivo são-paulino, Guto Ferreira adiantou a marcação da Lusa, que passou a pressionar o Tricolor em seu próprio campo.
Essa pressão, inclusive, foi uma espécie de “aperitivo” do que o São Paulo deverá encontrar em Medellín para o duelo de volta pela Copa Sul-Americana. Com a necessidade de buscar o primeiro gol, o Nacional provavelmente jogará com as linhas adiantadas em busca da recuperação da posse de bola o mais rápido possível.
BOLA PARADA FORTE
Se a vitória no torneio continental foi construída em boa parte pela força da bola parada, contra a Lusa o São Paulo levou novamente muito perigo ao gol adversário no quesito. Além do gol de Rodrigo Caio, que saiu após cruzamento preciso de Douglas, o camisa 23 cobrou bons escanteios que foram até mal aproveitados pelo ataque são-paulino.
Marca registrada dos times de Muricy, o jogo aéreo tem sido arma importante da equipe nessa recuperação no segundo semestre.
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