Diário entrevista Antônio Carlos
DIÁRIO_ Durante quanto tempo jogou como atacante?
ANTÔNIO CARLOS_ Pouco. Foram apenas seis meses.
Você se lembra do que o treinador lhe disse quando decidiu que você não jogaria mais no ataque?
Ah, na época o Marcelo Cabo era o meu técnico e ele falou que, se eu permanecesse como atacante, não continuaria jogando (risos). Mas ele também disse que já tinha outra alternativa para mim e me ajudou muito. Até hoje, nós ainda mantemos contato.
E você foi logo para a zaga?
Não. Joguei de meia, volante... Até que um dia ele precisou de um zagueiro e me colocou. Entrei e fiz dois gols.
Esta experiência no ataque ajuda muito a fazer gols hoje?
Não tanto porque eu não fazia gols como atacante (risos). Mas acho que foi bom pelo posicionamento e pelos treinos com bolas paradas.
Algum jogador lhe serve de inspiração?
Sou muito fã do Aldair (ex-zagueiro da seleção brasileira). Eu não o vi jogar tanto, mas assisto a muita coisa na internet. Sempre olho como era o seu posicionamento dentro da área, no primeiro ou no segundo pau. É um jogador que admiro muito.
Nosso zagueiro era volante,atacante...
Fonte Diário de SP
1 de Novembro de 2013
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