STJD rebate presidente do Corinthians: 'Acha que fala com algum moleque'
Ao L!Net, procurador-geral Paulo Schmitt contesta ataque de Mário Gobbi após pancadaria entre torcida do São Paulo e polícia no Morumbi
Fonte Lancenet
13 de Outubro de 2013
Paulo Schmitt não gostou das declarações de Gobbi (Foto: Igor Siqueira)
O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (SJTD), Paulo Schmitt, não gostou e rebateu a ironia do presidente do Corinthians, Mário Gobbi, que exigiu punição ao São Paulo por causa da confusão na arquibancada do Morumbi, e aproveitou para questionar as decisões contra o Timão no Tribunal, dizendo que Schmitt queria "fazer nome" em cima do clube.
- Lamento a declaração do presidente do Corinthians. Demonstra desconhecimento dos nossos procedimentos. Não preciso fazer nome em cima de ninguém, é muita presunção achar que focamos uma equipe. Visão míope e distorcida - afirmou o procurador ao LANCE!Net.
À Rádio Capital/ESPN, o presidente do Corinthians desafiou o procurador, indagando "se ele era homem" para denunciar o lado são-paulino. Schmitt emendou, criticando, também com ironia, o comportamento da Fiel:
- Quanto a ser homem para fazer o que já fazemos normalmente contra quem quer que pratique infração, trata-se de uma declaração infeliz de alguém que acha estar falando com algum moleque. Não foi um torcedor da minha equipe que matou um inocente na Bolívia, e vem praticando reiterada violência nos estádios. Falta hombridade para assumir isso ao invés de tratar como mártires baderneiros e criminosos. Deveria se envergonhar de falar do tribunal dessa forma - completou.
Uma das reclamações do Corinthians é o fato de uma briga ocorrida fora do estádio Mané Garrincha, em Brasília - fazendo com que um torcedor do Flamengo parasse no hospital após ser agredido por são-paulinos - não tenha sido alvo do STJD. Schmitt argumentou que o Tribunal não tem poder para punir pelos fatos que ocorrem fora dos estádios.
- Se eu fosse me preocupar com o que ocorre fora dos estádios, como ele sugere no caso do jogo do São Paulo, em Brasília, iria faltar pauta para julgar tantos casos de violência, inclusive do time dele. Deveria consultar mais o seu jurídico antes de falar tanta bobagem. Ao invés de "jogar para torcida" deveria trabalhar para que o comportamento do seu torcedor, que já levou o clube a julgamento tantas vezes, pudesse não prejudicar tanto a equipe - finalizou.
O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (SJTD), Paulo Schmitt, não gostou e rebateu a ironia do presidente do Corinthians, Mário Gobbi, que exigiu punição ao São Paulo por causa da confusão na arquibancada do Morumbi, e aproveitou para questionar as decisões contra o Timão no Tribunal, dizendo que Schmitt queria "fazer nome" em cima do clube.
- Lamento a declaração do presidente do Corinthians. Demonstra desconhecimento dos nossos procedimentos. Não preciso fazer nome em cima de ninguém, é muita presunção achar que focamos uma equipe. Visão míope e distorcida - afirmou o procurador ao LANCE!Net.
À Rádio Capital/ESPN, o presidente do Corinthians desafiou o procurador, indagando "se ele era homem" para denunciar o lado são-paulino. Schmitt emendou, criticando, também com ironia, o comportamento da Fiel:
- Quanto a ser homem para fazer o que já fazemos normalmente contra quem quer que pratique infração, trata-se de uma declaração infeliz de alguém que acha estar falando com algum moleque. Não foi um torcedor da minha equipe que matou um inocente na Bolívia, e vem praticando reiterada violência nos estádios. Falta hombridade para assumir isso ao invés de tratar como mártires baderneiros e criminosos. Deveria se envergonhar de falar do tribunal dessa forma - completou.
Uma das reclamações do Corinthians é o fato de uma briga ocorrida fora do estádio Mané Garrincha, em Brasília - fazendo com que um torcedor do Flamengo parasse no hospital após ser agredido por são-paulinos - não tenha sido alvo do STJD. Schmitt argumentou que o Tribunal não tem poder para punir pelos fatos que ocorrem fora dos estádios.
- Se eu fosse me preocupar com o que ocorre fora dos estádios, como ele sugere no caso do jogo do São Paulo, em Brasília, iria faltar pauta para julgar tantos casos de violência, inclusive do time dele. Deveria consultar mais o seu jurídico antes de falar tanta bobagem. Ao invés de "jogar para torcida" deveria trabalhar para que o comportamento do seu torcedor, que já levou o clube a julgamento tantas vezes, pudesse não prejudicar tanto a equipe - finalizou.
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