Muricy rechaça 'risadinha' e confirma que clima no Tricolor estava ruim

Contratado para salvar o São Paulo do rebaixamento, técnico tricampeão brasileiro pelo clube está focado em missão: 'Não tem outra conversa'

Fonte Globo Esporte
Muricy Ramalho quer salvar Tricolor da queda (Foto: Marcos Ribolli)
Muricy Ramalho sabe que a situação ainda é complicada. Contratado para salvar o São Paulo do rebaixamento, o técnico está totalmente concentrado nessa missão. Não admite, aliás, falar de outro objetivo que não seja se afastar da zona da degola. Para ele, as duas vitórias seguidas (Ponte Preta e Vasco) são só o começo.
- Risadinha toda hora não dá. Estou muito concentrado no que estou fazendo. Ganhamos duas partidas, mas ainda tem muito pela frente – disse o treinador.
Esse dois triunfos foram fundamentais para tirar o São Paulo, inicialmente, da zona de rebaixamento. A meta agora é se afastar cada vez dos quatro últimos colocados para que elenco, diretoria e comissão técnica voltem a ter confiança no time. E Muricy Ramalho é um dos protagonistas nessa batalha.
- O momento do São Paulo é de sair do rebaixamento. Não tem outro tipo de conversa. A situação é complicada, a desconfiança é grande e agora é hora da recuperação da auto-estima dos jogadores. Ainda tem muita coisa para gente trabalhar – completou Muricy, em entrevista ao Globo Esporte São Paulo.
No bate-papo com o programa, Muricy Ramalho ainda falou de como foi o convite do São Paulo para ele voltar a ser treinador, da esperança que tem em Paulo Henrique Ganso e da confiança que tem em Rogério Ceni, que está, provavelmente, em seu último ano da vitoriosa carreira como goleiro.
Convite do São Paulo
“Foi o Juvenal (Juvêncio, presidente do São Paulo) que me ligou. Ele me perguntou se eu estava disposto a assumir um time num momento ruim. Esse tipo de pergunta me tocou. Todo esse tempo a torcida pedindo o meu retorno... Se eu falasse não seria muito complicado. Eu nem poderia dizer não, porque eu sei que posso ajudar e devolver o carinho que a torcida tem por mim”.
Clima no vestiário
“Não vou mentir. Eu senti que não estava bom. Conheço o São Paulo de várias fases. Fui jogador, auxiliar, treinador... E não estava bom, não. Todo mundo com a auto-estima baixa, muita desconfiança. Tudo é motivo para não ganhar. E no futebol, sem resultado, não fica legal. A única maneira de você ser feliz é ganhando. Não existe outro prazer no futebol. É assim com técnico, jogador...”.
Paulo Henrique Ganso
“Eu nunca desisto de um jogador. E não desisto dele. O Ganso é um jogador raro. Às vezes o que é preciso é achar um jeito de facilitar o trabalho dele dentro de campo. Estamos tentando achar um parceiro para ele. É um jogador que gosta de ter um cara rápido na frente para colocar a bola. Estamos tentando achar essa parceria. Mas nos últimos dois jogos ele já melhorou”.
Rogério Ceni
“O Rogério é um cara que eu lancei para ser goleiro titular no São Paulo. Fiz uma transição dura do Zetti para ele. Uma das mais duras da minha carreira. E além de ser treinador dele na época, eu era amigo. Dei início também nas cobranças de falta dele, dos pênaltis. E agora parece que estava escrito que eu tinha de voltar para o encerramento da carreira dele. É um jogador muito importante, que conhece o clube e se preocupa com o São Paulo”.
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