Torcida são-paulina pede Muricy, reforços e saída de Juvenal
Fonte Gazeta Esportiva
5 de Junho de 2013
Foto: Fernando Donasci/UOL
Foi apenas a primeira no Campeonato Brasileiro, mas a derrota do time por 1 a 0 para o Goiás, nesta quarta-feira, irritou a coletividade são-paulina no Morumbi. Desanimados com o futebol apresentado, muitos torcedores começaram a protestar ainda na metade do segundo tempo.
"Raça" foi a menor das cobranças de parte dos pouco mais de oito mil pagantes, que gritaram diversas vezes o nome de Muricy Ramalho, treinador recém-demitido do Santos e que foi tricampeão brasileiro pelo clube. Publicamente, a diretoria banca a permanência de Ney Franco até o fim de seu contrato, em dezembro.
Se, de fato, Ney Franco continuar no cargo, será dele a responsabilidade de tentar levar a equipe ao título nacional. Título que, na opinião dos torcedores, "virou obrigação" depois das eliminações no Paulista e na Libertadores. O treinador só deve ter gostado do momento em que esses mesmos torcedores estufaram os pulmões para cobrar a contratação de reforços.
Além do comandante, sobrou para o presidente Juvenal Juvêncio. A gestão do mandatário vai até abril do ano que vem, porém os são-paulinos presentes no Morumbi mostraram, com direito a palavrões, o desejo de que ele saia imediatamente.
O revés desta quarta-feira ameaça a primeira colocação do time, pois Vitória e Botafogo, que somam os mesmos sete pontos, jogam ainda nesta noite. O próximo compromisso será apenas daqui a uma semana, contra o Grêmio, em Porto Alegre.
Foi apenas a primeira no Campeonato Brasileiro, mas a derrota do time por 1 a 0 para o Goiás, nesta quarta-feira, irritou a coletividade são-paulina no Morumbi. Desanimados com o futebol apresentado, muitos torcedores começaram a protestar ainda na metade do segundo tempo.
"Raça" foi a menor das cobranças de parte dos pouco mais de oito mil pagantes, que gritaram diversas vezes o nome de Muricy Ramalho, treinador recém-demitido do Santos e que foi tricampeão brasileiro pelo clube. Publicamente, a diretoria banca a permanência de Ney Franco até o fim de seu contrato, em dezembro.
Se, de fato, Ney Franco continuar no cargo, será dele a responsabilidade de tentar levar a equipe ao título nacional. Título que, na opinião dos torcedores, "virou obrigação" depois das eliminações no Paulista e na Libertadores. O treinador só deve ter gostado do momento em que esses mesmos torcedores estufaram os pulmões para cobrar a contratação de reforços.
Além do comandante, sobrou para o presidente Juvenal Juvêncio. A gestão do mandatário vai até abril do ano que vem, porém os são-paulinos presentes no Morumbi mostraram, com direito a palavrões, o desejo de que ele saia imediatamente.
O revés desta quarta-feira ameaça a primeira colocação do time, pois Vitória e Botafogo, que somam os mesmos sete pontos, jogam ainda nesta noite. O próximo compromisso será apenas daqui a uma semana, contra o Grêmio, em Porto Alegre.
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