São Paulo jogou meio tempo de bom futebol e goleou o Vasco

Entrada de Aloísio mudou o time e foi fundamental para a vitória

Fonte Blog do Birner/UOL
De Vitor Birner
São Paulo 5×1 Vasco

O Vasco entrou em campo para se defender e tentar o gol sem correr riscos.
No primeiro tempo, marcou razoavelmente bem, mas por falta de qualidade não foi capaz de aproveitar as falhas do rival.
O São Paulo jogou mal no primeiro tempo.
O time de Ney Franco melhorou depois de o treinador mexer na escalação e na forma da equipe atuar.
A entrada de Aloísio fez enorme diferença.
O atacante foi, de longe, o destaque da goleada são-paulina.

Foto: Ari Ferreira /LANCE!Press
Escalações
São Paulo
– Rogério Ceni; Douglas, Lúcio, Paulo Miranda e Carleto; Denilson (Welligton) e Rodrigo Caio: Silvinho (Aloísio), Roni (Maicon) e Osvaldo; Luis Fabiano e Osvaldo
Técnico: Ney Franco.
Vasco – Michel Alves; Nei, Luan, Renato Silva e Yotun; Wendel (Dakson), Felipe Bastos (Pedro Ken), Sandro Silva e Alisson; Eder Luis e Tenorio (Edmílson)
Técnico: Paulo Autuori.
Dentro das possibilidades, bem
Paulo Autuori mexeu no time que começou o jogo contra a Portuguesa.
Nei começou no lugar de Elsinho por ser mais forte que o companheiro na parte defensiva, e o volante Wendell substituiu o meia Dakson.
A formação mais capaz na marcação e o posicionamento vascaíno deixaram clara a intenção do técnico.
Queria fechar espaços atrás e aproveitar algum contragolpe, cobrança de falta ou erro do adversário para balançar a rede.
Éder Luis, por ser atacante de velocidade, foi o jogador mais avançado. Até o centroavante Tenório voltou para ajudar nos desarmes.
Improdutiva iniciativa
Pelas mesmas razões que o Vasco entrou em campo para se defender, o São Paulo o fez no intuito de atacar.
Ney Franco escalou os velozes Osvaldo e Silvinho pelos lados do trio criativo do 4-2-3-1 e Roni no centro dele.
Carleto e Douglas tiveram liberdade de apoiar. Denilson e Rodrigo Caio se revezaram nos avanços e Luis Fabiano, o centroavante, realizou o trabalho de pivô.
Apesar da inciativa de buscar o gol, o São Paulo sofreu para achar espaços e articular chances claras.
Osvaldo e Silvinho se esforçaram, mas pouco produziram. Roni foi o melhor do quarteto ofensivo, contudo também não deu conta do recado.
Douglas acertou o travessão do goleiro Michel Alves na única jogada dele digna de elogios. Foi um chute de fora da área.
Carleto apareceu bastante no campo de ataque e também só incomodou o rival nos arremates de média distância.

Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press
Faltou qualidade
O São Paulo jogou mal não apenas por causa das dificuldade de criar.
Denilson falhou uma vez na saída de bola da defesa, Rogério Ceni fez o mesmo na hora de interceptar um cruzamento e novamente havia espaço para o rival trabalhar com bola na entrada da área.
Se o Vasco contasse com sistema ofensivo mediano, provavelmente teria aproveitado ao menos um dos erros. A má qualidade dos atletas e a pequena quantidade deles do meio para frente atrapalharam os cruz-maltinos.
Tenorio, machucado, deu lugar para Edmilson segundos antes do fim da etapa inicial. .
Ney Franco e Aloísio mudam o jogo
Como o São Paulo não encontrou espaço pelo meio, Ney Franco decidiu mexer na equipe e apostar nas jogadas pelos lados.
Silvinho e Roni não retornaram para o segundo tempo. Maicon e Aloísio entraram nas vagas deles.
Maicon foi volante do lado esquerdo, o que aumentou ainda mais a liberdade de Carleto apoiar. Denilson, centralizado, e Rodrigo Caio, na direita, atuaram na mesma linha de Maicon.
Por isso Douglas também pôde avançar mais.
Osvaldo continuou em campo.
As alterações táticas e a atuação de Aloísio foram decisivas para a vitória.
O atacante jogou próximo de Luis Fabiano, ajudou na execução do trabalho de pivô, aumentou a possibilidade de o time aproveitar cruzamentos e, principalmente, lutou muito em cada lance.
Logo aos 5, acertou a trave.
Ney Franco mandou o São Paulo pressionar a saída de bola vascaína. A equipe executou isso bem, aumentou a intensidade da partida e passou a atacar constantemente.
Aloísio foi fundamental na marcação adiantada. Assim recuperou, na raça, a gorduchinha de Felipe Bastos e passou para Luis Fabiano, aos 15 minutos, em posição duvidosa (lance dificílimo para o auxiliar. Nem pela tv é possível saber se estava ou não impedido), fazer 1×0.
O gol obrigou o Vasco a atacar e desestruturou o plano de jogo preparado por Autuori.
Baile
Dali em diante o São Paulo deu um baile.
Aos 23, em jogada de Lúcio, Aloísio acertou bonito chute e ampliou.
Aos 27, Carleto, de pé direito, ampliou a diferença de gols.
Aos 29, Michel Alves demorou para cair na bola e ainda levou azar, depois de Luis Fabiano chutar.
A dita cuja bateu na trave, nas costas dele, e acabou dentro do gol.

Foto: Rubens Chiri/Site Oficial
Erro de Rogério Ceni
O goleiro falhou feio na reposição de bola e deu de presente o gol para Dakson, aos 37.
Dois minutos depois, Luan balançou a própria rede e definiu a goleada por 5×1.
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