Ponte Preta culpa PM por veto à torcida do São Paulo: Fomos vítimas

A PM chegou na sexta-feira e disse que não iria liberar, enviaram para a CBF, que foi obrigada a acatar para não cancelar o jogo', afirmou mandatário da Macaca

Fonte Lancenet
Jogo Ponte x São Paulo só teve torcida dos mandantes (Foto: Tom Dib/LANCE!Press)
O presidente da Ponte Preta, Marcio Della Volpe, reforçou as criticas do diretor de futebol do São Paulo, Adalberto Baptista, em relação ao veto da torcida Tricolor na partida do último domingo, no Moisés Lucarelli. Por conta de obras em andamento no setor visitante do estádio, a Polícia Militar (PM) de Campinas não liberou o espaço e o jogo teve torcida única - 6,267 pontepretanos compareceram.
A Macaca está mudando o vestiário visitante de lado, transferindo a entrada das equipes de fora para os portões do fundo. Com isso, o clube precisou construir um túnel de entrada para o gramado, que deixou muita terra e entulho no local na sexta-feira, quando a PM fez a vistoria.
A Ponte, no entanto, prometeu que limparia a área até o dia do jogo, mas não convenceu a PM, que não liberou o setor. Com isso, os cerca de mil torcedores do São Paulo que haviam comprado foram comunicados que poderiam pedir o dinheiro de volta a partir desta segunda-feira.
Em contato com o LANCE!Net, o presidente pontepretano isentou o clube de culpa e lamentou a decisão da PM.
- Queremos engrossar a reclamação do São Paulo. Fomos vitimas da situação também. A PM chegou na sexta-feira e disse que não iria liberar, enviaram para a CBF, que foi obrigada a acatar para não cancelar o jogo. Fizemos nossa parte e entregamos a área em condições no sábado, como todos puderam ver. Deixamos de arrecadar R$ 180 mil - disse o mandatário alvinegro.
Esta foi o segundo problema da Ponte Preta no ano por conta de obras. Na estréia do Paulistão, o clube teve o estádio interditado por não ter concluído a construção de um muro de divisão de torcidas. A partida contra o Mogi Mirim foi realizada no Décio Vitta, em Americana. Apesar da indignação, Della Volpe negou qualquer atrito com o policiamento da cidade.
- É uma diretriz da PM de Campinas. Não é nada contra a Ponte, até porque o estádio do Guarani está interditado. É uma diretriz deles que eles resolveram adotar e seguem a ferro e fogo - concluiu.
A previsão é que a obra termine até o final desta semana. Nesta sexta-feira, haverá uma nova vistoria, que deve liberar o local para o próximo jogo da Ponte Preta em casa: dia 5 de junho, contra o Atlético-PR.
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