Ney Franco considera absurdo barrar são-paulinos em estádio "vazio
Fonte Gazeta Esportiva
26 de Maio de 2013
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Por medida de segurança, a Polícia Militar definiu, com aval da CBF, que só torcedores da Ponte Preta estariam no Moisés Lucarelli neste domingo. Mas o público presente esteve longe de lotar o estádio, o que fez Ney Franco protestar após a vitória do São Paulo antes mesmo de ser questionado sobre o assunto em sua entrevista coletiva.
“Não posso deixar de falar do absurdo que foi fazer o jogo sem a torcida do São Paulo. Nossa equipe foi penalizada no início do Brasileiro sem o nosso torcedor”, reclamou o treinador, bastante irritado com o tema.
“Se tivessem justificado com o estádio lotado, passaria batido. Mas o estádio estava vazio. Que fossem 10%, 5% dos ingressos para os são-paulinos, então. Acho um absurdo com o torcedor do São Paulo que queria entrar no estádio”, prosseguiu Ney Franco.
A PM comunicou sua decisão de barrar são-paulinos na sexta-feira. O argumento é de que uma vistoria concluiu que “seria mais seguro realizar a partida sem a torcida visitante” por conta das obras no Moisés Lucarelli. A Ponte Preta garantiu que a reforma estava dentro do cronograma e seria concluída na tarde de sábado.
Dos ingressos que tinham ficado à disposição para os são-paulinos, cerca de mil já tinham sido adquiridos. A Ponte Preta prometeu devolver o dinheiro a partir das 9 horas (de Brasília) desta segunda-feira a quem levar o bilhete em mãos. Mas há torcedores que cogitam entrar na Justiça contra a medida da PM.
Por medida de segurança, a Polícia Militar definiu, com aval da CBF, que só torcedores da Ponte Preta estariam no Moisés Lucarelli neste domingo. Mas o público presente esteve longe de lotar o estádio, o que fez Ney Franco protestar após a vitória do São Paulo antes mesmo de ser questionado sobre o assunto em sua entrevista coletiva.
“Não posso deixar de falar do absurdo que foi fazer o jogo sem a torcida do São Paulo. Nossa equipe foi penalizada no início do Brasileiro sem o nosso torcedor”, reclamou o treinador, bastante irritado com o tema.
“Se tivessem justificado com o estádio lotado, passaria batido. Mas o estádio estava vazio. Que fossem 10%, 5% dos ingressos para os são-paulinos, então. Acho um absurdo com o torcedor do São Paulo que queria entrar no estádio”, prosseguiu Ney Franco.
A PM comunicou sua decisão de barrar são-paulinos na sexta-feira. O argumento é de que uma vistoria concluiu que “seria mais seguro realizar a partida sem a torcida visitante” por conta das obras no Moisés Lucarelli. A Ponte Preta garantiu que a reforma estava dentro do cronograma e seria concluída na tarde de sábado.
Dos ingressos que tinham ficado à disposição para os são-paulinos, cerca de mil já tinham sido adquiridos. A Ponte Preta prometeu devolver o dinheiro a partir das 9 horas (de Brasília) desta segunda-feira a quem levar o bilhete em mãos. Mas há torcedores que cogitam entrar na Justiça contra a medida da PM.
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