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Com o resultado, o time de Rogério Ceni chegou a 34 pontos e está na 13ª colocação do torneio nacional. Já o Ceará parou nos 31 pontos e está apenas três acima da zona do rebaixamento.
O Tricolor volta a campo neste domingo (25), às 20h, quando recebe o Avaí, no Morumbi. Já o Ceará terá dez dias para se preparar para a próxima partida, marcada para a outra quarta-feira (28), às 19h, contra o Coritiba, no Couto Pereira.
O melhor: Calleri
O argentino quebrou seu jejum de oito jogos sem gols e mais uma vez foi decisivo para o Tricolor. Além do gol marcado, ainda forçou a expulsão de Luiz Otávio, que deixou a partida mais tranquila para o São Paulo.
Não foi bem: Nino Paraíba
Nino não conseguiu ajudar na criação ofensiva do Ceará e ainda sofreu para marcar Patrick. O gol tricolor saiu em cruzamento do meia pelo setor do lateral.
Cronologia do jogo
A partida deu sinais de que seria movimentada com o Ceará tendo a primeira chance em boa movimentação de Mendoza logo aos 30 segundos de jogo. No entanto, ficou só na promessa. O jogo esfriou e não teve grandes chances na primeira metade da etapa inicial.
O panorama mudou aos 23 minutos. Alisson cruzou da direita, a bola pipocou na área e Calleri pegou a sobra dentro da pequena área, mas João Ricardo fez grande defesa. Na sobra, Patrick pegou na esquerda e colocou na cabeça do camisa 9 argentino, que dessa vez venceu o goleiro rival para abrir o placar.
Aos 34 minutos, Pablo Maia lançou Calleri em profundidade, o argentino saiu na cara do gol e foi derrubado por Luiz Otávio. A princípio, o pênalti foi assinalado, mas o VAR mostrou que o toque ocorreu fora da área. O defensor do Ceará, que tinha recebido amarelo com a marcação da penalidade, teve a advertência anulada e recebeu, então, o cartão vermelho. Na cobrança da falta, João Ricardo fez grande defesa em pancada de Pablo Maia.
Com um a mais na segunda etapa, o São Paulo cresceu na partida, mas parou no goleiro João Ricardo. Aos 40 minutos, o atacante Zé Roberto perdeu a cabeça e foi expulso por agressão contra o zagueiro Diego Costa. Nos acréscimos ainda deu tempo para o São Paulo ampliar: Marcos Guilherme deu belo lançamento para Igor Gomes que serviu Nahuel Bustos no centro da pequena área. Sozinho e sem goleiro, ele só empurrou para as redes.
Toca nele!
O Tricolor levou um susto com 30 segundos de jogo, quando Mendoza poderia ter aberto o placar, mas foi só. Depois disso, o Ceará pouco ameaçou o bem postado time de Rogério Ceni. O time teve dificuldades na criação, mas conseguiu chegar ao seu gol na presença de área de Calleri. Depois, viu o adversário ter que sair para o jogo e novamente encontrou Calleri, que forçou a expulsão que colocou o Tricolor em vantagem numérica. Na segunda etapa, o Tricolor cresceu na partida e fez João Ricardo trabalhar bastante, mas só conseguiu ampliar o placar já nos acréscimos.
Copos arremessados no gramado
A partida ficou parada durante sete minutos enquanto o VAR analisava a anulação do pênalti que acabou resultando na expulsão do zagueiro Luiz Otávio. O tempo de paralisação irritou jogadores e torcedores presentes, que pouco minutos depois atiraram copos no gramado em nova falta marcada para o São Paulo no campo de ataque.
Acréscimo 'infinito'
Em atuação atrapalhada do árbitro Maguielson Lima Barbosa, o primeiro tempo terminou com 54 minutos, mas o juiz deu três acréscimos para chegar ao tempo. O jogo ficou sete minutos parado com a checagem do VAR que anulou pênalti para o São Paulo, mas Maguielson deu apenas cinco minutos adicionais. Depois, fez sinal de mais dois. Quando o tempo ia chegar ao final, novamente o árbitro sinalizou mais dois minutos. Na segunda etapa, novamente Maguielson apontou cinco minutos de acréscimo, mas acrescentou mais um depois.
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