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Rapidinhas do clássico no Palestra

Provocação: Muricy Ramalho revelou que brincou com Wanderley Luxemburgo durante o clássico deste domingo. “Foi uma brincadeira. Eu falei que ele estava reclamando demais. Ele não riu porque estava perdendo o jogo”, contou o técnico, garantindo ter boas relações com o rival. “Há pouco tempo, nós nos encontramos em uma palestra e conversamos bastante”.

Programação I: O elenco do São Paulo não terá folga e se reapresentará ao técnico Muricy Ramalho na tarde de segunda-feira, no CT da Barra Funda. O Tricolor voltará a campo na quinta-feira, quando enfrenta o Vitória no Morumbi.

Programação II: O Palmeiras encara o Argentinos Juniors na quarta-feira no Palestra Itália, pela Sul-americana, mas ganha folga nesta segunda-feira. “Amanhã (segunda-feira) vai ser folga geral. Depois de uma semana em Atibaia, deixa eles ficarem um dia com a família”, justificou Luxemburgo.

Vingança? O gol que recolocou o Palmeiras na partida foi protagonizado por dois ex-são-paulinos: Denílson deixou André Dias no chão e cruzou para Kléber marcar. Um feito comemorado com mais intensidade por ambos. “Tanto para mim quanto para o Kléber é especial enfrentar o São Paulo por se tratar do clube que a gente jogou. Não é um desrespeito, pelo contrário, foi o clube que nos projetou, mas tem um gostinho especial”, comentou Denílson.

Vidente? Na saída para o intervalo, Marcos demonstrava toda a sua revolta com a derrota parcial por 2 a 0 e criticou a equipe por não ter jogado em busca do empate. “Vinha dizendo que o São Paulo está atrás da gente na tabela e, mesmo que a torcida não goste, até um empate hoje (domingo) ia ser bom. Não era a gente que tinha que abrir o jogo”, contestou antes de ver a equipe buscar o 2 a 2.

Incentivo às flores: Depois de um clássico acirrado, Kléber não viu problema nenhum nas flores enviadas pela torcida palmeirense ao CT são-paulino nas vésperas do duelo e até incentivou a gozação. “Isso é coisa de torcedor, que é apaixonado, e não tem que acabar se não perde a graça. Até o são-paulino tem que fazer às vezes. Pessoal vê por um lado mais negativo, mas a gente que é jogador vê como brincadeira”, apontou.

Culpa do teste de vestiário: Wanderley Luxemburgo garantiu que não quis confundir ninguém com a divulgação de duas escalações minutos antes do clássico. “Não foi sacanagem minha. O Martinez é um jogador importante, com ele na zaga só sofremos um gol em oito jogos. Queria escalá-lo, mas fizemos o teste e, como não deu, tive que rever”, justificou.

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