(Para Distrair) Como você imagina ver o tricolor jogando?
Saudações tricolores!
Por vezes, vejo um ou outro amigo tricolor sugerindo que 'copiassemos' o esquema tático do time da Globo, o 'Flamerda'.
Fuçando em minhas coisas, deparei-me com várias revistas e posters da época em que chegamos a 3 finais de Libertadores, levamos duas, e fomos bicampeões mundiais.
Por diversão, tracei alguns paralelos de como EU gostaria de ver o São Paulo de hoje jogando. Sei que o futebol daquela época era diferente - o jogo tinha um ritmo mais lento e a forma de ocupar os espaços, principalmente no momento defensivo, era diferente. A compactação das equipes era menor e o espaço efetivo de jogo maior. Tinha mais espaço para os craques brilharem!
Também sei que Fernando Diniz, ou qualquer pessoa influente no clube, está pouco se lixando para o que eu acho. Isso é apenas diversão!
Usei como base o São Paulo campeão Mundial (com autoridade) de 1992.
Zetti - Tiago Volpi
Adilson - Bruno Alves
Ronaldão - Arboleda
Vitor - Juanfran
Ronaldo Luiz - Reinaldo
Pintado - Era o símbolo da raça no meio campo tricolor. Jogou muito e ajudou a equipe nos principais momentos, principalmente nas decisões. Acredito que hoje não temos no elenco um jogador com o perfil de Pintado, para mim, o que mais se aproximaria seria o Luan.
Cerezo - já experiente, jogou muito no tricolor. Seu grande ano foi 1993, quando assumiu a responsabilidade de ser o líder do time após a saída de Raí. Esbanjou qualidade e foi eleito o melhor jogador em campo na final contra o Milan, no Mundial. Protegia a linha defensiva, juntamente de Pintado, e aparecia como elemento surpresa a frente. Acredito que Hernanes cairia como uma luva para função (ele já desempenhou papel semelhante de forma magistral, quando formou dupla com Richarlyson).
Cafú - 'faz tudo' daquele time, jogava como meia, lateral e até atacante. Com fôlego invejável e muita técnica, era peça fundamental do tricolor multicampeão. Creio que o jogador que mais se enquadre na função seja Dani Alves.
Raí - um dos maiores ídolos do tricolor, ao contrário do que os mais jovens pensam, demorou para engrenar. Sem se adaptar ao esquema tático de Cilinho, esquentou banco por dois anos para assumir a titularidade somente com a chegada de Telê Santana. Sob a batuta do Mestre, Raí se aprimorou como um todo, melhorou sua marcação e, principalmente, a finalização. Telê fez de Raí um jogador completo, que marcava, armava, fazia gols e liderava o time. Hoje, no elenco, não contamos com um jogador desse nível. Se tivéssemos um Telê, talvez Igor Gomes, Shaylon, Vitor Bueno, Gabriel Sara ou, até mesmo Liziero (!?), pudessem chegar próximo.
Palhinha - mais um exemplo que, se tivéssemos um Telê Santana, poderíamos nos aproximar. Corrigindo: melhor trabalhado, acho que Antony poderia se tornar até melhor.
Müller - com motivação, dedicação e vontade, Alexandre Pato teria tudo para chegar próximo do que Müller representou para o tricolor. Futebol para isso, ele tem.
Bem, como eu disse, isso é apenas uma distração.
No meu caso, foi muito bacana poder me lembrar de uma época mágica, onde eu realmente tinha gosto em acompanhar futebol, em ir ao Morumbi, ainda criança, e ver o tricolor jogar.
E vocês, amigos, como imaginam ver o tricolor jogando?
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